Palmeiras 1×1 Portuguesa – estréia desanimadora

Gazeta Esportiva: Verdão vacila no fim e cede empate à Portuguesa em casa

A abertura do Campeonato Brasileiro começou de forma apática para Palmeiras e Portuguesa. Nos instantes iniciais da partida do Pacaembu, o Verdão priorizava a troca de passes sem muita pressa, enquanto a Lusa limitava-se a atuar apenas no erro do adversário.

iG Esporte: Palmeiras poupa titulares e cede empate para a Portuguesa

A primeira boa chegada do Palmeiras aconteceu aos 7 minutos. Patrik tabelou com Barcos e chutou em gol, obrigando Wéverton a defender. A Portuguesa perdeu seu goleador logo aos 15 minutos de jogo. Ricardo Jesus caiu desajeitado, bateu a cabeça no chão e teve que ser substituído por Rodriguinho.

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Pensando na partida contra os paranaenses, Luiz Felipe Scolari poupou dois dos seus principais destaques contra a Portuguesa – Marcos Assunção e Valdivia. Mas ao contrário do que havia ensaiado no treino de sexta-feira, o técnico Luiz Felipe Scolari escalou Patrik e Luan no time titular, deixando Felipe e Mazinho no banco de reservas.

O primeiro tempo foi de baixo nível técnico, com poucas emoções de gol. O atacante Hernan Barcos ficou muito preso entre os zagueiros da Portuguesa. Mas mesmo assim, o argentino obrigou o goleiro Weverton a espalmar em um bom lance de ataque.

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Depois da pressão, aos 37 o Palmeiras chegou ao primeiro gol. Após passe de letra de Daniel Carvalho, Barcos virou o garçom e deu um toque de calcanhar para Patrik. O meia errou, mas Luan ficou com a bola e acertou um belo chute de esquerda no ângulo de Weverton.

Luan, que estava parado há três meses se recuperando de uma cirurgia no pé esquerdo, foi autor do primeiro gol do Palmeiras e também do Brasileirão deste ano.

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Aos 46 o árbitro apitou o final da primeira etapa, marcada por domínio do Palmeiras, que comandou as ações dentro de campo, arriscando diversos chutes de fora da área, inclusive marcando o gol em um deles. Com a zaga bem posicionada, Bruno não teve muito trabalho e mostrou sempre muita segurança quando foi requisitado.

O Palmeiras voltou a campo com a entrada de Maurício Ramos no lugar de Leandro Amaro, devido a dores no quadril.

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No segundo tempo, o Palmeiras se fechou na defesa, enquanto aproveitava as oportunidades de contra-ataque que surgiam. Já a Portuguesa, por sua vez, pressionava em busca do gol de empate, não não conseguia vencer a defesa adversária.

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Com a Lusa sem reação, o Palmeiras passou a estudar variações táticas. Patrik ficou mais aberto à direita, quase como um ponta, e Luan fez o mesmo do outro lado. Depois foi Cicinho quem fez papel mais ofensivo, com boas jogadas pela direita. A torcida alviverde, passando frio no Pacaembu, só esperava o fim do jogo para comemorar os primeiros três pontos no Brasileirão.

Seria fácil para o Verdão tocar a bola, fazer o tempo passar e se poupar para o duelo contra o Furacão, pela Copa do Brasil. Mas a equipe de Felipão parece “gostar” de sofrer nos minutos finais, mesmo diante de equipes inferiores. E isso quase sempre é sinônimo de castigo. Foi o caso neste sábado.

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Quando parecia que a Portuguesa estava cansada e não incomodaria mais o adversário, Rodriguinho selou o empate. Aos 41 minutos, o meia Léo Silva recebeu pela direita, livre e cruzou para o atacante, que subiu sozinho e cabeceou para o chão, cruzado, sem chance para Bruno. Nos acréscimos, Maikon Leite ainda acertou a trave, mas a partida terminou mesmo em 1 a 1.

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O resultado mantém, pelo menos, um tabu favorável ao Palmeiras diante da Portuguesa. Em jogos do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras não perde do adversário desde 1995, quando foi derrotado por 2 a 1 pela Lusa no Palestra Itália.


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