Denis Dias de Lima
1975, Outubro, dia 7, terça-feira chuvosa em São Paulo/SP.
palmeirense por influência paterna. Minha lembrança mais antiga como torcedor alviverde é a trágica final do Paulista 1986, e por muitos anos eu só me informava sobre os resultados a cada rodada nos jornais pendurados na banca a caminho da escola. Só fui começar a acompanhar de verdade a partir de 1989 – desde então foram raras as partidas que não acompanhei em tempo real, seja no estádio, pela tv ou pelo sempre presente radinho. Em Agosto de 2009 publiquei o site Campeoníssimo com a missão de registrar as fichas técnicas e efemérides de cada partida do Palmeiras desde os tempos de Palestra Italia (são mais de 5000 em quase 100 anos). Sou sócio familiar do clube desde Novembro/2009, membro do movimento político Fanfulla, frequentador assíduo da sala de troféus (fechada para a construção do novo estádio) e já estou me preparando para ser candidato ao Conselho Deliberativo nas eleições de 2019, quando terei o direito de candidatura pelo atual estatuto.
metalhead por influência dos irmãos mais velhos e de amigos do colégio. Graças aos meus irmãos a trilha sonora da minha infância foi Kiss, Van Halen, Twisted Sister, Quiet Riot, Def Leppard, Guns N’ Roses e até um pouco de Ramones, Dead Kennedys, ACDC e Korzus. Aos 14 anos tive a sorte de conhecer grandes amigos que me apresentaram um mundo musical bem além do hard rock ouvido pelos meus irmãos: Iron Maiden, Metallica, Megadeth, Anthrax, Slayer, Black Sabbath, Sepultura, Testament, Suicidal Tendencies, Motörhead, Kreator; estes foram a porta de entrada para centenas de outras bandas da minha playlist. Pude assistir ao vivo quase todas as bandas que gosto desde essa época, mas o que considero maior privilégio foi poder ter acompanhado ao vivo shows do metal underground paulista da década de 1990: Korzus, Siegrid Ingrid, Firebox, Ratos de Porão, Proposital Noise, The Dead Pit, Skyscraper, Volkana, Zero Vision, Whatahell!?, Cheap Tequila, Nervochaos, Dorsal Atlântica, Black Glass, New York Against the Belzebu, Strangulation, Treta, Oyster Drunk, Twilight, Mandragon, Grave Keeper, Turtles Sharks and Beavers, Excambau!, Malacosoul, Baguera, Psycho Clown, Quasímodo, More Beer e incontáveis outras em lugares que infelizmente já não mais existem como Dama Xoc, Aeroanta, Dynamo Brazilie, Black Jack Rock Bar e Woodstock.
analista de sistemas por influência de um amigo de infância que ganhou um Prológica CP 400 Color quando tínhamos 11 ou 12 anos; já tínhamos algum interesse na área despertado pela convivência com videogames Atari. Após dias e dias digitando códigos BASIC de revistas de jogos e aprendendo o básico sobre salvar, carregar e alterar códigos-fonte em fitas cassete, fizemos um curso de BASIC (desta vez em computadores similares ao Apple IIe), eu virei monitor de CPD nesta mesma escola em 1991 e trabalhei ao lado do inacreditável Edney Souza, excelente companheiro de trabalho, colégio e shows de metal. Depois deste começo sempre trabalhei com TI e desde 1997 faço programação de sistemas para o mercado financeiro. E o amigo de infância virou amigo da vida toda, também é analista de sistemas e anos atrás me presenteou o CP 400 Color que deu início a tudo – e que ainda funciona.
pai do Arthur, que desde o seu nascimento – em uma terça-feira chuvosa, como eu – em Fevereiro de 2007 me dá ensinamentos diários, ótimas risadas e muito orgulho.
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