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Paraná 1×2 Palmeiras – apenas o suficiente

Assista o compacto na Ficha Técnica da partida.

Globoesporte.com: Verdão dá um tempo na crise, vence Paraná e consegue boa vantagem

Felipão prometeu mudanças e as fez por atacado. Depois das falhas na eliminação para o Guarani, no Paulistão, Deola foi barrado e deu lugar a Bruno, que entrou tranquilo e fez boas defesas. No meio, um Valdivia diferente, de bigode, foi muito marcado pela defesa paranista. Na frente, a surpresa: o estreante Mazinho, ex-Oeste, responsável por boas jogadas pelo lado esquerdo, sempre em velocidade.

UOL Esporte: Palmeiras não joga bem, mas vence o Paraná e ganha tranquilidade para “folga” de 15 dias

O grande problema do Palmeiras, no entanto, foi a saída de Marcos Assunção, que sentiu dores na costela e no pé e deu lugar para Patrik. Logo em seguida, Wendel recebeu cruzamento pela direita e exigiu excelente defesa de Bruno, que nada pôde fazer a não ser lamentar ao ver Luisinho empatar o placar aos 39 minutos.

Lancenet: Palmeiras derrota o Paraná e alivia momento turbulento

Após o gol, o Paraná esboçou uma reação. Aos 31 minutos, Luisinho recebeu na entrada da área e acertou a parte lateral da trave do Palmeiras. A partir desse lance, o jogo ficou equilibrado. Só que o panorama da partida mudou após o Palmeiras ser obrigado a fazer uma substituição. Marcos Assunção sentiu dores na perna e na costela, machucadas do último jogo contra o Guarani, e pediu para sair. Em seu lugar entrou Patrik.

Estadão.com.br: Palmeiras bate o Paraná em Curitiba e fica em vantagem na Copa do Brasil

Logo depois, o time paranaense chegou ao empate. Aos 38, Luisinho aproveitou o rebote do goleiro, após uma grande defesa no chute de Wendell, e deixou tudo igual no placar.

Folha Online: Palmeiras vence e fica a um empate das quartas da Copa do Brasil

O Paraná se acertou na marcação depois do intervalo e cedeu poucos espaços ao Palmeiras. Aos 18min, o time da casa por pouco não virou a partida. Douglas Packer cobrou falta e acertou o travessão de Bruno. Os visitantes responderam com Barcos, que só não marcou após um cruzamento porque encontrou o goleiro Thiago Rodrigues pelo caminho.

Gazeta Esportiva: Mesmo sem convencer, Palmeiras vence o Paraná em Curitiba

Felipão apostou, então, na entrada de Fernandão no lugar de Barcos. Fora de sintonia, Henrique Alemão estava perdido na partida e, aos 32 minutos, fez pênalti em Patrik. Na cobrança. Henrique balançou as redes.

Agência Palmeiras: Palmeiras desempata fora de casa e vence Paraná por 2 a 1

Aos 39 min, após cruzamento na área do Paraná, Mazinho cabeceou antecipando a marcação, Thiago Rodrigues tocou e a bola bateu na trave. 9 min depois, o árbitro apitou o final do jogo.

Guarani 3×2 Palmeiras – o que mais preocupa agora é a apatia da torcida

Foi quase o mesmo jogo de duas semanas antes: era o mesmo adversário, o mesmo estádio, o mesmo campeonato e a mesma necessidade absoluta de vencer. Infelizmente eram também as nossas mesmas poucas jogadas, os nossos mesmos erros e medos, o mesmo time onde nem todos possuem a capacidade de vestir a camisa alviverde com honra.

Mas o que realmente me deixa impaciente nem é somar mais esta eliminação, e sim ver a apatia de uma parcela considerável de nossa torcida aceitando bovinamente mais uma derrota para um pequeno. Me incomoda que os torcedores rivais não façam mais nenhum gracejo com nossos fracassos (e quem diria, a imprensa que deveria ser imparcial comemora as manchetes fáceis). E o que me tira o sono é que tudo isso possa ser um caminho sem volta caso não ocorra um choque de gestão no clube antes do nosso centenário.

Assista o compacto na Ficha Técnica da partida.

ESPN Brasil: Deola também falha, Palmeiras ‘imita’ rival, cai nas quartas, e Guarani pega Ponte

O Palmeiras entrou em campo com surpresas entre os titulares – o zagueiro Maurício Ramos e o atacante Luan – e apostou em uma marcação pressão para incomodar. Do lado do Guarani, a ordem era insistir nas jogadas aéreas. Na primeira chance do Bugre, Fabinho errou a cabeçada de forma bisonha mesmo livre, em um lance que poderia ter trazido problemas ao goleiro Deola.

UOL Esporte: Guarani bate o Palmeiras com direito a gol olímpico e semi do Paulista terá dérbi de Campinas

O jogo começou muito equilibrado, com os dois times sendo mais eficiente na hora de destruir do que armar. As melhores chances, mas que nem chegavam a arrancar suspiros dos torcedores, eram nas bolas aéreas. Até que, aos 22 minutos, Cicinho fez boa finta pela direita do ataque, lançou Hernán Barcos, que chutou da entrada da grande área. Emerson colocou para escanteio. Seis minutos depois, o argentino teve outra boa chance pela esquerda. Na divida, perdeu a bola e viu Luan pegar o rebote. Emerson defendeu mais uma.

Gazeta Esportiva: Guarani elimina Palmeiras e faz clássico com Ponte na semi

Aos 23 minutos, Barcos foi acionado por Cicinho e buscou o canto esquerdo da meta do Guarani. Atento, o goleiro Emerson desviou pela linha de fundo. O jogo estava, entretanto, longe de empolgar em função da falta de criatividade em campo.

A partida ganhou emoção no momento em que Barcos chamou novamente a responsabilidade em duas ocasiões seguidas. Primeiro, o argentino saiu da marcação de Domingos, tentou o drible em Neto e, na sobra, Luan concluiu para a defesa de Emerson. Pouco depois, a cabeçada do centroavante raspou a trave esquerda do Bugre.

Agência Palmeiras: Palmeiras perde em Campinas e encerra participação no Paulista

Aos 47 min, o árbitro apitou o final da primeira etapa, marcada pelas inúmeras chances criadas pelo Verdão. Luan, que não atuava há mais de dois meses, demonstrou bom desempenho e determinação ao longo de toda a etapa, marcando forte e levando o time ao ataque.

Lancenet: Guarani vence por 3 a 2 e elimina Palmeiras

O Palmeiras contava com a velocidade de Luan em busca do empate, mas o atacante pecava nas finalizações. O Guarani adotou uma postura mais defensiva, marcando firme a saída de bola palmeirense.

iG Esporte: Guarani bate o Palmeiras e garante dérbi na semifinal do Paulista

Se na primeira etapa os dois times ficaram devendo futebol, na segunda rapidamente eles mostraram que a situação seria diferente. Especialmente por parte dos donos da casa, que rapidamente abriram vantagem no placar.

Aos cinco minutos, o meia Fumagalli cobrou escanteio da esquerda do seu ataque. A bola, fechada, fez uma curva acima da pequena área palmeirense e enganou o goleiro Deola, caindo dentro de sua meta. Gol olímpico para abrir o placar em Campinas.

Globoesporte.com: Bugre aproveita falhas, derruba o Verdão e garante dérbi com a Ponte

Três minutos depois, em um contra-ataque fulminante, Oziel deixou Henrique para trás e cruzou rasteiro para Fabinho escorar. Loucura total na torcida do Guarani, clima de velório na arquibancada do visitante.

Folha Online: Guarani ganha do Palmeiras com gol olímpico e pega Ponte na semi

Um minuto depois, Luan fez a jogada pela esquerda e chutou forte para o goleiro Emerson defender e, no rebote, Marcos Assunção chegou batendo forte para descontar, 2 a 1. Aos 45 minutos do segundo tempo, Oziel fez boa jogada na direita e cruzou para Fabinho Souza, de novo, aproveitando que Deola não alcançou a bola, e fez Guarani 3 a 1. Nos acréscimos, aos 48, o zagueiro Henrique dominou a bola na entrada da grande área e chutou para fazer o gol que fechou o placar, 3 a 2.

Estadão.com.br: Guarani ganha do Palmeiras e garante Campinas na final

Aos 35, o árbitro Vinicius Furlan deu uma forcinha para o Palmeiras ao não expulsar Márcio Araújo. O volante fez falta em Fabinho Souza, chutou o adversário no chão (na frente de Furlan), mas só levou o cartão amarelo por isso.

Palmeiras 2×2 Comercial – deixem soar as cornetas

Esperávamos uma goleada e ela quase aconteceu: tivemos dois penais claros não marcados e um gol legítimo anulado, fatores que nos colocariam em 4º lugar na classificação e a pequeníssima vantagem do jogo único em casa pelas quartas.

Apesar dos inaceitáveis erros da arbitragem (que culminaram em punição imposta pela FPF ao árbitro e bandeira, mas de quê adianta agora?) e do grande número de desfalques (Cicinho, Márcio Araújo, Patrik, além de Valdívia, Luan e Thiago Heleno), não existe nenhuma justificativa plausível para esta quase derrota.

O adversário estava em nossa casa, já rebaixado e na última colocação, com salários atrasados e metade do elenco cumprindo aviso prévio, e ainda com dois jogadores a menos por mais de 40 minutos. Mesmo assim conseguimos a proeza de jogar com apatia e ainda tomar dois gols deste catado ribeirão-pretano.

Eu realmente não consigo vislumbrar uma classificação para as semifinais, acabamos de tomar um 3×1 do Guarani em Campinas há poucos dias e já vamos reviver esse combate no mesmo campo contra o mesmo adversário. Se nosso time entrar em campo com a mesma apatia inexplicável dos últimos seis jogos, a corneta da torcida será uma das mais altas dos últimos anos – e ela já começou a soar.

Assista o compacto na Ficha Técnica da partida.

UOL Esporte: Com dois a mais, Palmeiras só empata com rebaixado Comercial e encara Guarani fora

O Palmeiras começou o jogo com a maior posse de bola, mas tinha dificuldades para envolver o adversário e criar jogadas. Deu dois chutes perigosos a gol, aos 9min, com Pedro Carmona, e um minuto depois, com Barcos, mas ambos defendidos pelo goleiro Alex.

Barcos era muito acionado e saía da área para buscar as bola. Mas os meias e laterais palmeirenses eram pouco criativos. As pequenas empolgações dos torcedores vinham quando saía alguma falta para Marcos Assunção cobrar direto para o gol ou cruzar. Mas não deram em nada.

Gazeta Esportiva: Com dois a mais, Palmeiras empata com rebaixado e pega Guarani

Aos 36, o Comercial abriu o placar após reclamação do Palmeiras. Os jogadores do Verdão pediram pênalti sobre Leandro Amaro em cobrança de escanteio, mas o árbitro José Cláudio Rocha Filho considerou a jogada normal.

Na sequência do lance, o time visitante puxou contragolpe. Pedro Carmona até tentou parar a jogada com falta, mas Leandro levou vantagem e avançou pela direita, de onde cruzou para a área. O atacante Diogo Acosta apareceu livre e só escolheu o canto para estufar as redes.

iG Esporte: Palmeiras empata e enfrenta Guarani nas quartas em Campinas

O “susto” não acordou o Palmeiras que seguiu desconcentrado na partida e falhando em passes. O desempenho pífio no primeiro tempo levou a torcida a vaiar o time na saída do gramado ao final do primeiro tempo.

Globoesporte.com: Com dois a mais, Verdão sofre para empatar com o rebaixado Comercial

Já no intervalo, o técnico havia lançado Fernandão no lugar de Pedro Carmona, deixando o time com dois centroavantes. No meio do segundo tempo, os homens de área já eram três: Vinícius substituiu Maikon Leite, para indignação das numeradas do Pacaembu, que ensaiaram até gritos pejorativos ao comandante do Palmeiras.

Com a entrada de Tinga no lugar de Artur, a insatisfação aumentou. A desorganização em campo também. Quando o meia errou um lançamento fácil para a área, a torcida aplaudiu, mas de forma irônica. Não havia reação que representasse melhor o espirito do jogo.

Folha Online: Com 2 jogadores a mais, Palmeiras empata com rebaixado e fica em 5º

E tudo mudou no segundo tempo. Não necessariamente pela troca no time alviverde, mas sim pelo próprio Comercial. Em sete minutos, a equipe de Gil Baiano teve dois jogadores expulsos. Primeiro Marcelo Labarthe e depois Leandro Camilo. Ambos por falta violenta.

Estadão.com.br: Palmeiras dá vexame de novo e só empata com Comercial no Pacaembu

Depois de tanto insistir, o Palmeiras igualou o placar aos 42 minutos. Em um lance rápido, o lateral Juninho cruzou para a área na medida para Fernandão cabecear para o fundo das redes. Quando se imaginava uma virada palmeirense, o Comercial fez o segundo gol aos 45, depois que o atacante Diogo Acosta aproveitou falha de Leandro Amaro, matou a bola no peito e encheu o pé direito, estufando as redes de Deola.

Lancenet: Mesmo com dois a mais, Verdão só empata com o rebaixado Comercial

Como um milagre, Henrique, aos 47, poupou o Palmeiras do vexame, e conseguiu manter o placar empatado, em 2 a 2. O zagueiro, que reclamou de um pênalti não marcado no segundo tempo, ainda teve tempo de sair como o heroi do jogo, mas teve um gol mal anulado aos 51.

Agência Palmeiras: Verdão joga mal e só empata com Comercial no Pacaembu

Faltando 3 min para o final da partida, Henrique aproveitou cruzamento pela esquerda e cabeceou firme para o empate da partida. No último lance do jogo, após cobrança de Assunção, Henrique novamente cabeceou para o fundo das redes, mas o auxiliar marcou um impedimento inexistente.

ESPN Brasil: Com dois a mais, Palmeiras só empata com lanterna Comercial e pega Guarani fora nas quartas

Com o resultado, o Palmeiras encerra a fase classificatória com 36 pontos, apenas no quinto lugar, e terá que encarar o Guarani fora de casa nas quartas de final. O time campineiro até foi derrotado pelo Botafogo neste domingo, mas contou com o tropeço palmeirense para manter a vantagem do mando de campo.

Guarani 3×1 Palmeiras – a bipolaridade de 2009, 2010, 2011…

A torcida do Palmeiras é bipolar porque o time também sofre do mesmo comportamento atípico. Depois de um campeonato inteiro indo muito bem, uma desatenção no Derby colocou o time naquela gangorra que já vimos em outros anos: jogos sonolentos contra Paulista e Mirassol, jogo elétrico contra o Horizonte, jogo apático contra o Guarani. E novamente essa gangorra aparece justamente na fase decisiva do campeonato. Já tivemos problemas por falta de elenco, por falta de pagamento para vários, por excesso de pagamento para alguns, por falta de premiação definida. Qual será o drama agora? Vale lembrar que a busca pela solução nestes casos é uma atribuição que pertence mais ao César Sampaio com a Presidência do que ao Felipão.

Um detalhe muito importante que o palmeirense precisa ficar de olho: recuse a atribuição de crise feita por jornalista que desmerece o campeonato chamando-o de “paulistinha”; se o campeonato é considerado de pouco valor, então não pode haver crise somente por não vencê-lo.

Vou também registrar aqui alguns comentários que publiquei no Twitter durante o jogo:
- O Deola fez duas excelentes defesas consecutivas, mas assusta muito a quantidade de espalmadas que ele manda de volta para o meio da área.
- (…) a “torcida” agora quer o Vadão como treinador do Palmeiras. São os mesmos que queriam o Jorginho, 15º do Paulista.
- Posso estar enganado mas não vejo grande diferença entre o Guarani e o Horizonte-CE. Bem estranha essa oscilação de rendimento do Palmeiras.
- O Palmeiras não perdia há 16 anos para o Guarani em Paulistas, desde 1996 por 0×1. Foram 12 jogos com 7 vitórias e 5 empates.
- Não entendo esses jornalistas esportivos: criticam o Felipão, chamam de retranqueiro e ultrapassado mas querem ele na CBF no lugar do Mano?
- Quer Felipão fora? Explique como pagar a multa de rescisão e quem deveria vir para o seu lugar, justificando a escolha. Só cornetar é mole.

Assista o compacto na Ficha Técnica da partida.

Globoesporte.com: Palmeiras leva ‘olé’, é ultrapassado pelo Guarani e cai para quinto

A exemplo do que vem acontecendo nas últimas partidas do Palmeiras, o técnico Luiz Felipe Scolari escalou um time diferente do que treinou durante a semana. Desta vez, a surpresa foi ausência do atacante Maikon Leite. O treinador optou por um meio de campo mais povoado, com Marcos Assunção, Márcio Araújo, João Vitor, Wesley e Daniel Carvalho. Barcos, isolado, contava com as tentativas de aproximação de Carvalho.

Agência Palmeiras: Em Campinas, Palmeiras é derrotado pelo Guarani por 3 a 1

Aos 9 min, após entrada forte de Oziel, Wesley sentiu dores no joelho direito e ficou caído no chão. O jogador, sem condições de continuar a partida, foi substituído por Maikon Leite.

iG Esporte:

Seguindo a pressão dos minutos iniciais, o time de Campinas abriu o placar 15 minutos. Fumagalli cobrou falta, Bruno Mendes testou e Deola fez boa defesa. Porém, no rebote, Neto não desperdiçou: 1 a 0.

Apenas três minutos depois, o árbitro Rodrigo Guarizo do Amaral marcou pênalti polêmico de Neto em Daniel Carvalho. Na cobrança, Barcos bateu firme no canto e acabou com o jejum pessoal de quatro jogos sem marcar: 1 a 1.

Apesar do empate, o Guarani não se abateu e continuou mandando na partida. Aos 23 minutos, Fumagalli cobrou falta, Bruno acertou o travessão e a bola ficou com Fabinho, que sofreu pênalti de Gerley. Na cobrança de Fumagalli, o goleiro do Palmeiras acertou o canto, mas não evitou o gol: 2 a 1.

Gazeta Esportiva: Guarani vence por 3 a 1 em Campinas e toma quarto lugar do Palmeiras

Em desvantagem no placar, o Palmeiras foi para cima do time da casa em busca do gol de empate e teve duas boas chances para marcar. Na primeira delas, Gerley cruzou rasteiro da esquerda, a bola passou pelo goleiro bugrino e Maikon Leite finalizou para fora. Pouco depois, Barcos aproveitou escanteio cobrado por Marcos Assunção e cabeceou firme no centro do gol, mas Juliano evitou o tento do atacante com uma grande defesa.

UOL Esporte: Palmeiras sofre com bolas aéreas, perde do Guarani e não depende de si para voltar ao G-4

No segundo tempo, os técnicos preferiram não fazer mudanças bruscas no sistema do jogo. Felipão apenas tirou Gerley e improvisou o volante Chico na posição.

ESPN Brasil: Palmeiras é derrotado pelo Guarani e perde 4ª posição a uma rodada do fim

Na volta do intervalo, o Palmeiras saiu em busca do empate, mas parou no goleiro reserva do Guarani. Juliano, que já havia feito grandes defesas na etapa inicial, evitou um gol certo, aos 8 minutos, após levantamento de Marcos Assunção na área e desvio de Daniel Carvalho. O bandeira, entretanto, acabou invalidando o lance, assinalando impedimento.

Lancenet: Defesa falha e Palmeiras tropeça diante do Guarani

O Verdão estava melhor no jogo, até os erros fatais de Cicinho. No primeiro, o lateral palmeirense errou no bote em Fabinho, que carregou a bola pela esquerda e cruzou para Bruno Mendes ampliar o placar. No segundo, ele aplicou um carrinho com os pés levantados e o árbitro entendeu que era para cartão vermelho.

Estadão.com.br: Guarani ganha em Campinas e ultrapassa o Palmeiras

Com um jogador a menos e dois gols de desvantagem, o Palmeiras passou a criar chances somente nas jogadas de bola parada de Marcos Assunção.

Folha Online: Palmeiras cai em Campinas, perde 2ª seguida e deixa G4 paulista

O Guarani aproveitou para gastar o tempo, administrar o resultado, e levou assim até o final, para festa nas arquibancadas do Brinco.

Horizonte 1×3 Palmeiras – voltando ao ritmo do primeiro bimestre

Assista os melhores momentos na Ficha Técnica da partida.

Com este resultado o Palmeiras eliminou a partida de volta e avançou para as oitavas de final da Copa Kia do Brasil 2012, recebeu da CBF mais uma premiação de R$ 250 mil (já havia recebido parcela igual pela classificação para esta segunda fase) e ainda ficou com 60% da renda de bilheteria.

UOL Esporte: Palmeiras leva susto, mas vence de virada com dois gols de Amaro e elimina jogo de volta

Com esquema de jogo diferente, com um só atacante e quatro volantes, o Palmeiras chegava à frente, mas sempre errava na hora de concluir. No segundo tempo, Felipão resolveu escalar dois atacantes e conseguiu a virada. Maikon Leite passou a explorar o contra-ataque e a arma de Marcos Assunção voltou a funcionar, como tem sido durante o ano inteiro.

iG Esporte: Palmeiras leva susto no começo, busca a virada e elimina jogo da volta

Apesar do bom começo de jogo da equipe do técnico Luiz Felipe Scolari, o Horizonte abriu o placar em sua primeira jogada de ataque. Aos 17 minutos, João Paulo cruzou na área, a zaga do Palmeiras afastou mal e Mateus mandou para o fundo da rede: 1 a 0.

Folha Online: Zagueiro brilha, Palmeiras vence de virada e vai às oitavas

O gol, porém, não abalou a equipe paulista, que continuou melhor, mas pecou no passe final. Barcos foi pouco acionado no ataque.

Estadão.com.br: Palmeiras vence de virada e antecipa classificação

O empate só veio aos 33. Leandro Amaro deixou a zaga para subir no meio da defesa do Horizonte e cabecear para as redes. O gol deixou a partida mais movimentada, com bons lances para os dois lados.

Gazeta Esportiva: Palmeiras vira contra Horizonte e se classifica para oitavas

Para o segundo tempo, o técnico Roberto Carlos colocou Da Silva e Vanderlei nas vagas de Rafael Tchuca e Elanardo. O Horizonte voltou melhor à etapa final e, ao perceber que Barcos estava isolado, Felipão tirou Wesley para a entrada de Maikon Leite.

Porém, o argentino não teve muito tempo para aproveitar um parceiro no ataque, já que o treinador tirou Barcos para colocar Ricardo Bueno, aos 14. Depois das mudanças, o Palmeiras melhorou e virou o placar.

Globoesporte.com: De virada, Palmeiras vence o Horizonte e elimina jogo de volta

Enquanto isso, o Horizonte também não aproveitava os contra-ataques. Feliz com o empate, o time cearense cumpria o objetivo principal de levar a decisão para o jogo de volta. Mas deixava espaços, esperava o adversário e entrava no jogo do Alviverde. Numa cobrança, aos 22 minutos, Assunção ajeitou com carinho. No cruzamento do capitão, Leandro Amaro, de novo, cabeceou e decretou a virada palmeirense.

Lancenet: Leandro Amaro brilha, Palmeiras vence o Horizonte e elimina jogo da volta

E a busca do Palmeiras pelo gol que eliminaria o jogo de volta não demorou muito. Quatro minutos depois do segundo, Maikon Leite fez linda jogada e tabelou com Ricardo Bueno. Ele recebeu na entrada da área e tocou no canto para fazer o terceiro.

ESPN Brasil: Zagueiro faz dois, Palmeiras vira sobre o Horizonte e já se garante nas oitavas

O Horizonte precisou se lançar ao ataque, com a entrada de Jean na vaga do lateral direito João Paulo. Perto do fim do jogo, o time da casa quase diminuiu. André Cassaco recebeu pela esquerda da área e chutou rasteiro. A bola passou por entre as pernas de Deola, mas foi para fora. Já nos acréscimos, depois de ter entrado no lugar de Daniel Carvalho, Pedro Carmona acertou a trave.

Agência Palmeiras: Em virada emocionante, Palmeiras vence Horizonte por 3 a 1

Após o gol de Maikon Leite, o Palmeiras optou pela manutenção de bola e por explorar os contra-ataques, colocando-se melhor dentro do campo. Aos 48 min, o árbitro apitou o final da segunda etapa. Com o resultado, o Palmeiras eliminou o jogo de volta e agora aguarda o vencedor de Ceará e Paraná Clube, que se enfrentam na próxima semana.

Palmeiras 0×1 Mirassol – apagão inexplicável

Assista o compacto na Ficha Técnica da partida.

Lancenet: Amarelou! Palmeiras joga mal e perde para o Mirassol

Sem o dono das bolas paradas, Marcos Assunção, e a magia de Valdivia, o Palmeiras passou sufoco no primeiro tempo no estádio do Pacaembu. Com Wesley fazendo sua estreia em casa e jogando mais adiantado, os dois volantes João Vitor e Márcio Araújo encontraram dificuldades para parar os rápidos contra-ataques do Mirassol.

iG Esporte: Palmeiras perde para o Mirassol e desperdiça chance de dormir líder

A partida começou um tanto sonolenta, com os times se estudando. Uma chegada mais incisiva só foi acontecer aos 10min, quando Barcos deu bonito drible pela direita e cruzou rasteiro. Wesley chegava em velocidade para marcar seu primeiro gol pelo Palmeiras, mas a zaga do Mirassol cortou. Bem recuada, a equipe do interior só ia à frente em contra-ataques, mas levou perigo aos 14min: o lateral Samuel recebeu livre pela direita e encheu o pé, assustando Deola. A resposta veio um minuto depois, em chute rasteiro de Wesley, que saiu por centímetros.

Estadão: Palmeiras leva 1 a 0 do Mirassol. E foi pouco

O técnico do Mirassol, Ivan Baitello, colocou Acleisson na cola de Daniel Carvalho e anulou o meia. Embora tivesse maior posse de bola, o Palmeiras pouco ameaçou.

Agência Palmeiras: Em tarde pouco inspirada, Palmeiras perde por 1 a 0

A primeira etapa foi marcada por poucas chances do Verdão e alguns erros que quase cederam gols à equipe adversária. Muitos espaços estavam abertos, o que também facilitava a chegada do Mirassol ao ataque.

Gazeta Esportiva: Vaiado, Palmeiras joga mal e perde para o Mirassol

As duas equipes voltaram sem alterações para o segundo tempo, mas o Verdão exibiu uma postura diferente. Aos dez minutos, Wesley dominou atrás da zaga e chutou forte, para defesa de Fernando Leal. No rebote, Barcos e Alex Silva disputaram, com o goleiro segurando de novo.

No lance seguinte, Wesley recebeu na meia-lua e demorou, mas chutou rasteiro. Fernando Leal espalmou e a sobra ficou com Daniel Carvalho, que chutou por cima. Em seguida, as duas equipes tiveram alterações. Henrique Dias foi substituído por Malaquias na equipe do interior, enquanto Chico entrou no lugar de Artur no Verdão.

Globoesporte.com: Contra o Mirassol, Verdão perde mais uma no ano e cai para o quarto lugar

A situação para o Verdão ficou pior aos 23 minutos do segundo tempo. Após apagão geral da defesa, Preto recebeu sozinho pela esquerda da pequena área e, por cobertura, mandou para o fundo do gol.

UOL Esporte: Palmeiras joga muito mal, perde do Mirassol em casa e deixa o Pacaembu sob vaias

Assim que sofreu o gol, Felipão tirou Wesley e colocou Ricardo Bueno, para desespero de boa parte da torcida. Não tanto pela saída de Wesley, que estava mal, mas pela entrada co camisa 9, que, definitivamente, não caiu nas graças do torcedor. De nada adiantou, e o time da capital conheceu sua segunda derrota no ano.

ESPN Brasil: Palmeiras joga mal e perde para o Mirassol no Pacaembu

O Palmeiras, já classificado, parece ter perdido a motivação no Campeonato Paulista. Depois de perder para o Corinthians no último domingo, o time fez partida apenas razoável quando venceu o Paulista e agora, jogando no Pacaembu, caiu pela segunda vez na temporada ao levar 1 a 0 para o Mirassol, time que só havia vencido quatro jogos na temporada.

Apesar de retrospecto pequeno, o Palmeiras jamais havia sido derrotado pelo adversário do interior. Desde 2008, eram três vitórias palmeirenses e dois empates no confronto. A vitória no Pacaembu marca ainda a segunda de um time do interior contra os grandes, depois do Mogi Mirim vencer o Santos.

Paulista 0×1 Palmeiras – vitória suada em noite de testes do Felipão

Assista os melhores momentos na Ficha Técnica da partida.

Globoesporte.com: Wesley estreia e vê seu reserva brilhar com chute de efeito no fim

O técnico Luiz Felipe Scolari preparou mais uma de suas surpresas para a partida. A escalação do Verdão foi bem diferente da que vinha atuando nas últimas partidas: além de Wesley, Vinícius foi novidade ao lado de Barcos no ataque. Com virose, Maikon Leite e Leandro Amaro foram desfalques e a zaga escalada foi toda reserva, com Román e Maurício Ramos.

Apesar das várias caras novas em campo, o primeiro tempo demorou a engrenar. E o Palmeiras demorou a jogar. Bem marcado, o Verdão errava muitos passes e as melhores chances foram do Paulista. Aos pouquinhos, o Galo foi se aproximando da área alviverde e o lateral-esquerdo Reinaldo foi destaque. Aos 12 minutos, o camisa 6 invadiu e chutou forte da entrada da área – obrigando Deola a fazer grande defesa.

iG Esporte: João Vítor rouba a cena e garante vitória do Palmeiras contra o Paulista

Após um começo de jogo sem tocar muito na bola, o estreante Wesley teve boa chance para marcar aos 19 minutos. Valdivia deixou o camisa 87 livre na grande área, mas ele chutou fraco no meio do gol. Com ambas as equipes sem criação no meio-campo, o primeiro tempo do jogo terminou sem nenhuma outra jogada de perigo no ataque.

UOL Esporte: Na estreia de Wesley, João Vítor brilha e dá a vitória para o Palmeiras diante do Paulista

Logo no segundo tempo, Daniel Carvalho entrou em campo no lugar de Vinícius, que começou muito bem, mas sumiu. O meia criou uma jogada aos cinco minutos da etapa final e quase abriu o placar. Aos 13, o meia desviou de cabeça e viu Valdivia perder chance embaixo da trave. Aos 24, Barcos criou a melhor chance do jogo. Ele recebeu a bola pela esquerda de Márcio Araújo, colocou o zagueiro para dançar e parou no desvio de um terceiro adversário que o atrapalhou.

Gazeta Esportiva: Na estreia de Wesley, João Vitor decide e dá vitória ao Palmeiras

Felipão ainda teve de fazer duas mudanças. Valdivia sentiu lesão e foi substituído por Ricardo Bueno, e João Vitor assumiu a vaga do estreante Wesley. O time visitante só esboçou novo perigo aos 25 minutos, quando Barcos dominou na área, driblou o adversário e chutou, mas Vagner fez ótima defesa.

Lancenet: Na estreia de Wesley, Palmeiras vence o Paulista

A equipe de Jundiaí parecia satisfeita com o resultado e recuou toda a equipe para o campo de defesa apostando nos contra-ataques e o Palmeiras não conseguia criar boas chances de gol. Mesmo nas bolas paradas o Palmeiras não conseguiu se impor.

Agência Palmeiras: No final do segundo tempo, Verdão vence Paulista por 1 a 0

O jogo seguiu sem chances contundentes de gol para os dois lados. Porém, aos 42 min, João Vitor recebeu de Márcio Araújo e bateu no ângulo, sem oportunidade de defesa do goleiro adversário. Aos 45 min, a equipe do Paulista ainda tentou o empate com cobrança de falta de Reinaldo, mas Deola espalmou para escanteio realizando boa defesa. Aos 49 min, o árbitro apitou o final da partida.

Corinthians 2×1 Palmeiras – com uma boa ajuda da sorte, caiu o último invicto

O nervosismo do jogo foi o padrão para um Derby, mas apesar da tensão deu para perceber que na bola foi equilibrado e o nosso gol poderia surgir a qualquer momento em algum detalhe – nosso detalhe foi o clássico chute com a mão do Marcos Assunção, o detalhe rival foi a sorte acontecer duas vezes em três minutos: no primeiro a bola pingou no lugar certo da área, no segundo fizemos um gol contra – ou seja, fomos nós que perdemos e não eles que nos venceram, mas isso não importa muito porque ficamos sem os três pontos do mesmo jeito.

No primeiro tempo o Palmeiras teve um bom volume de jogo, atletas bem posicionados no campo, enquanto o adversário abusou das faltas e confusões, suas maiores especialidades. No segundo tempo o time se perdeu em campo após sofrer os dois gols, talvez tivéssemos melhor sorte se contássemos com o Daniel Carvalho no banco. De qualquer forma, a freguesia histórica segue: 121 x 117.

Apesar de algumas interpretações equivocadas do árbitro, até que ele foi razoavelmente bem e não acho que podemos lhe imputar alguma participação no resultado – se bem que aquela entrada criminosa do Liédson no Deola deveria lhe custar um cartão vermelho. Nosso povo calejado das injustiças e roubalheiras premeditadas do futebol não pode abaixar a guarda; já há teorias circulando que um eventual benefício do apito hoje serviria como compensação nas premeditações sujas da fase eliminatória – devemos pressionar a comissão de arbitragem e seus sorteios em todas as rodadas para exigir o equilíbrio.

Uma curiosidade: em 36 jogos dos últimos 2 Paulistas tivemos apenas 3 derrotas (duas para o rival, e uma para Ponte Preta em que jogamos com elenco reserva). Infelizmente só a estatística não é suficiente para um troféu.

E um registro precisa ser feito, já que será pouco comentado na imprensa esportiva: Torcedores corinthianos brigaram entre si nas arquibancadas.

Deola sofre falta grave de Liédson (Gazeta Press)

Deola sofre falta grave de Liédson (Gazeta Press)

iG Esporte: Em seis minutos, Corinthians vira e acaba com invencibilidade do Palmeiras

Com apenas 40 segundos de jogo, Marcos Assunção cobrou falta venenosa e Júlio César precisou espalmou para fora. Depois do susto, o Corinthians tomou a iniciativa e foi para o ataque. No entanto, a segunda jogada de perigo do clássico foi do Palmeiras. Aos nove minutos, Barcos, completamente livre na área, recebeu cruzamento de João Vítor e testou para fora. Aos 11, Marcos Assunção, mais uma vez, assustou em cobrança de falta. O volante tentou acertar o ângulo direito do goleiro e tirou tinta da trave.

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Seis minutos depois do gol, aconteceu um tumulto em campo. Liedson acertou com o pé o goleiro Deola. Os palmeirenses foram para cima e houve uma troca de empurrões. O camisa 9 alvinegro pediu desculpas, mas não se livrou do cartão amarelo.

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Outro momento de tensão ocorreu entre Chicão e Barcos. O defensor entrou duro no argentino do Palmeiras e recebeu o segundo cartão amarelo do Corinthians – o primeiro havia sido para Liedson, na jogada com Deola. Antes disso, Valdívia desperdiçou oportunidade de ampliar a vantagem ao receber passe em profundidade justamente de Barcos. O meia chileno invadiu a área em velocidade e perdeu o ângulo ideal de chute ao deixar Julio Cesar caído no chão.

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Na volta do intervalo, os alunos de Tite voltaram mais concentrados e conseguiram a vitória em apenas seis minutos do segundo tempo. Paulinho, aos três minutos, aproveitou cobrança de falta de Jorge Henrique e desviou na mão de Márcio Araújo para colocar a bola para o fundo do gol, empatando a partida. Enquanto isso, Valdivia (Divino) seguia sem magia… Com nova ajuda do volante Profeta (Márcio Araújo), o Timão virou o jogo, três minutos depois do empate, com gol contra, mesmo com a tentativa de Liedson de chegar na bola.

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O Palmeiras entrou em colapso com a inesperada mudança de placar. As jogadas que deram certo no primeiro tempo acabaram na parte final do jogo. O time se enervou, perdeu a posse de bola e praticamente não ofereceu perigo a Julio Cesar. A melhor oportunidade neste perído veio dos pés de Valdivia, batendo por cima uma chance clara dentro da área.

O Verdão só conseguiu melhorar depois que Felipão colocou Pedro Carmona e Ricardo Bueno no gramado. A equipe voltou a ter mais posse de bola, mas esbarrou na boa atuação da defesa rival. Barcos, que fez grande primeiro tempo, sumiu no fim. A chance do empate veio aos 43. Assunção bateu falta para a área, Henrique desviou de cabeça e a bola saiu muito próxima da trave direita.

Palmeiras 3×0 Coruripe – sem um meia de ofício não dá

Valdívia suspenso, Daniel Carvalho machucado; sem nossos dois principais meias nosso primeiro tempo foi desesperador. Ainda bem que o Felipão mudou o time no intervalo, tirando o ineficiente Patrik para a entrada do Pedro Carmona. Maikon Leite também não estava numa boa noite em frente à retranca coruripense e deu lugar a Ricardo Bueno, que soube lidar melhor com a defesa adversária (apesar de alguns lances bem aquém do que se espera dele).

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O jogo – Assim como no primeiro encontro entre as duas equipes, o Palmeiras começou o jogo de modo arrasador e não deu chances para o Coruripe respirar nos minutos iniciais. O time chegava bem pelas laterais do campo e conseguia trocar passes com facilidade no setor defensivo dos alagoanos.

(…) Apesar da intensa pressão, os comandados de Luiz Felipe Scolari erravam muitos passes e eram prejudicados pela individualidade de Maikon Leite. Além disso, Marcos Assunção não acertava as cobranças de bola parada e permitia o desvio dos zagueiros adversários

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As ausências de Valdivia e Daniel Carvalho foram bem sentidas. Com muita movimentação dos homens de frente, ficou faltando aquele “último passe” para Barcos e Maikon Leite. Por sua vez, o Coruripe pouco fez na primeira etapa. A chance mais perigosa veio em uma cobrança de falta de Cleiton, obrigando Deola espalmar no seu ângulo esquerdo.

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No segundo tempo, Luiz Felipe Scolari colocou o time para frente. Pedro Carmona e Ricardo Bueno entraram nos lugares de Patrik e Maikon Leite. O camisa 9, no seu 10º minuto de jogo, sofreu a falta na entrada da área. E então Marcos Assunção resolveu como sempre. Na cobrança de falta, ele colocou a bola nas redes de Juninho, tranquilizando a torcida presente no Jayme Cintra. O gol fez a equipe do Coruripe se expor.

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O gol deu tranquilidade ao Palmeiras. E isso era justamente o que o time precisava para deslanchar. Barcos, louco para marcar, não poderia perder a chance de sair de campo sem deixar o dele e fez bom proveito da pressão da equipe. Quatro minutos depois de o Verdão abrir o placar, Assunção apareceu novamente pela lateral direita e colocou a bola na cabeça do Pirata, que marcou seu segundo gol na competição nacional (o nono com a camisa do clube).

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O terceiro gol do jogo saiu aos 39 minutos. O lateral-esquerdo Juninho invadiu a área e bateu cruzado. A bola ainda desviou em Jhota antes de morrer no fundo das redes. Depois, nos minutos finais, o Palmeiras administrou o resultado.

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Pela segunda vez pudemos ver os meias Valdivia e Daniel Carvalho juntos em campo. Os setoristas insistem nas coletivas (e enervam o Felipão) pela manutenção dos dois na equipe, mas me pareceu claro que isso deixa muitos espaços abertos na marcação. Mas acho interessante que os dois comecem a partida em busca do placar e depois um deles dê espaço para um jogador defensivo.

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A experiência com os dois meias surtiu efeito logo na primeira jogada ofensiva do Palmeiras. Aos dois minutos, Daniel Carvalho tocou para Valdivia na intermediária e recebeu a bola de volta, para fazer então a assistência para Juninho, que invadiu a área e finalizou na saída do goleiro, abrindo o placar.

Desde os primeiros lances, Daniel Carvalho e Valdivia se alternavam entre o meio e o ataque. Os dois trocavam também de lados, confundindo a marcação do adversário. A Ponte tentou responder em cobrança de falta, que Ferron completou de cabeça, mas Deola fez a defesa.

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Aos 11, o Verdão ampliou. Em falta da meia-direita, Marcos Assunção viu os colegas pedindo a bola na área, mas cobrou direito, no ângulo da meta da Macaca, encobrindo o goleiro Lauro. Pouco depois, Juninho cruzou da esquerda para Valdivia cabecear, acertando o zagueiro.

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O Palmeiras dominou a primeira etapa, mas sentiu a Ponte crescer. Aos 36 minutos, Ferron diminuiu, de cabeça, após cobrança de escanteio de João Paulo. Falha feia da defesa do Verdão e de Deola, que mais uma vez, saiu mal do gol.

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No segundo tempo, Daniel Carvalho voltou novamente muito ligado. Ele fez boa jogada e quase armou o gol com a colaboração do zagueiro, que desviou e tirou Lauro da jogada. Aos oito, foi a vez de Barcos fazer linda jogada com a perna direita, trazendo a bola para a canhota. De pé esquerdo, ele chutou e viu a bola passar perto da trave direita de Lauro. Aos 17, ele deu novo chute, desta vez de direita. O goleiro fez ótima defesa.

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A zaga do Palmeiras começou a ter dificuldades de segurar os ponte-pretanos, que, no entanto, falharam muito nas conclusões e não conseguiram igualar o placar. Os palmeirenses também tiveram suas chances, mas erraram o alvo em vários lances. Não fizeram mais gols, mas também não levaram. O suficiente para dormir na liderança e passar o domingo secando o arquirrival Corinthians.