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Guaratinguetá 2×3 Palmeiras – novos contratados continuam marcando gols

Artur já marcou 3 gols em 3 jogos e Barcos marcou 2 gols em 3 jogos, ambos estão surpreendendo e agradando a exigente torcida palmeirense. Por outro lado o goleiro Deola não está numa boa fase e tem falhado em quase toda partida.

Segundo um curioso levantamento do IPE, esta foi a primeira partida do Palmeiras numa sexta-feira desde novembro de 2000.

ESPN Brasil: Barcos faz de novo, Palmeiras supera susto, vira e retoma ponta do Paulista

Na velocidade de Maikon Leite, na frieza de Barcos e na qualidade da bola parada com Marcos Assunção. Foi com esta combinação que o Palmeiras superou um susto inicial na noite desta sexta-feira e virou para cima do Guaratinguetá por 3 a 2 no estádio Dario Leite, em Guaratinguetá, retomando a liderança do Campeonato Paulista.

Gazeta Esportiva: Palmeiras vira sobre o Guaratinguetá e retoma a liderança do Paulista

Em uma partida aberta, cheia de espaços para as duas equipes, o Palmeiras optou pela velocidade de Maikon Leite para tentar suprir a ausência de Luan, que passou por cirurgia nesta semana e desfalcará a equipe por um longo período. Com o time exposto defensivamente, o clube sofreu com as primeiras investidas do Guará e acabou sendo surpreendida pelo meia Pio.

O jogador já havia arriscado dois chutes de fora da área no primeiro tempo do jogo e acabou não sendo marcado da maneira que deveria. Rápido e habilidoso, o atleta acabou driblando Juninho na lateral do campo e avançou em direção ao gol. No entanto, o meia parou sua corrida e chutou de muito longe, pegando o goleiro Deola despreparado e inaugurando o placar aos 10 minutos.

iG Esporte: Palmeiras bate Guaratinguetá e retoma liderança do Paulistão

Atrás no marcador, o Palmeiras continuava apostando nas bolas paradas de Marcos Assunção e conseguiu responder com qualidade aos 19 minutos da primeira etapa. Após uma cobrança de escanteio fechada, o goleiro Jaílson acabou se atrapalhando e espalmou errado para o centro da área. A bola caiu nos pés de Artur, que conseguiu o chute e fez seu terceiro gol seguido pela equipe.

Mesmo tomando sustos esporádicos com os avançados do adversário, o Palmeiras continuava com um meio-campo consistente e a virada foi decretada já nos acréscimos da primeira etapa. Após ser lançado dentro da área, Maikon Leite demorou para concluir ao gol e, quando se preparava para o chute, acabou sendo tocado por Daniel. O árbitro não titubeou, assinalou o pênalti e ainda mostrou o cartão vermelho para o lateral esquerdo do Guaratinguetá.

Na cobrança, o argentino Barcos não perdoou o goleiro Jaílson e fez jus a sua escolha como batedor oficial da equipe palmeirense. Com um chute forte, no ângulo, o argentino anotou seu segundo gol com a camisa palmeirense e decretou a virada.

UOL Esporte: Barcos deixa sua marca, Palmeiras vence de virada o Guaratinguetá e inicia Carnaval na liderança

Com um jogador a mais, o Verdão preferiu esperar o Guaratinguetá e apostou nos contra-ataques. Mesmo em desvantagem numérica, o Guaratinguetá buscava o ataque e dava espaços na defesa. Mas o Palmeiras não conseguia matar o jogo, pois errava muitos passes e tinha dificuldades para armas boas jogadas ofensivas.

Aos 32min, o Guaratinguetá teve mais um jogador expulso. Baggio foi obrigado a fazer falta em Maikon Leite, que partia em direção ao gol, e levou o cartão vermelho. Na cobrança, Marcos Assunção obrigou Jaílson a fazer boa defesa.

Lancenet: Barcos faz mais um, Verdão vence e retoma a ponta do Paulistão

Após a expulsão, o Verdão, mesmo jogando mal, conseguiu ampliar. Em um chute forte de fora da área de João Vitor, o time conseguiu o terceiro gol, já aos 42 da etapa derradeira.

No último minuto de partida, Pio, em uma falha do goleiro Deola, ainda fez mais um e diminuiu o marcador. Porém, não deu tempo para fazer mais nada no jogo.

Palmeiras 3×0 Ituano – começando a se organizar

UOL Esporte: Assunção dá duas assistências, Barcos marca e Palmeiras volta a ser líder do Paulistão

Logo aos 7 minutos do 1º tempo, o Palmeiras começou a construir sua vitória. Maikon Leite se apresentou bem pela direita e cruzou em direção a Hernán Barcos, que fazia seu primeiro jogo como titular. Douglas, o goleiro do Ituano, desviou e a bola sobrou para Patrik. O jovem meia cabeceou com o gol livre e abriu o placar.

Globo Esporte: Invicto e líder: Palmeiras bate Ituano, anima torcida e ‘apresenta’ Barcos

A chuva não atrapalhou os planos do Palmeiras, que tinha em Barcos seu porto seguro no ataque. A fome de gol era evidente. Em todos os lances de ataque o argentino levantou os braços pedindo bola, querendo jogo. Aos 22, veio a recompensa – para variar, em uma jogada iniciada por Marcos Assunção. De cabeça, praticamente em cima da linha, Barcos desencantou e levou os palmeirenses a um outro nível de empolgação. Aquele time de 2011 está cada vez mais longe da memória do torcedor, substituído por uma equipe muito melhor, muito mais qualificada para levar o Verdão a voos altos na temporada.

Gazeta Esportiva: Verdão faz 3 a 0 no Ituano, vence quarta seguida e revive sabor da ponta

O Palmeiras voltou, porém, desconcentrado. O Ituano avançou as linhas e, apesar de pouca qualidade no meio-campo, começou a incomodar. O perigoso chute de Jefferson Luis, aos 13 minutos, irritou Felipão no banco de reservas. O volante João Vitor foi chamado e entrou no lugar de Daniel Carvalho.

iG Esporte: Barcos marca, Palmeiras vence o Ituano e dorme líder novamente

O alviverde voltou do intervalo com Artur no lugar de Cicinho, amarelado no fim do primeiro tempo. Mas quem queria a bola era Maikon Leite: após espetacular jogada com Daniel Carvalho, ele chutou forte na saída do goleiro, mas a finalização foi na rede pelo lado de fora. Em praticamente um replay, o atacante novamente saiu na cara de Douglas, mas chutou errado. O Ituano respondeu com Jefferson Luís, que bateu rasteiro com muito perigo para Deola. Porém, quem tem Assunção, tem jogador decisivo: aos 22min, ele bateu escanteio com perfeição e Artur cabeceou bem para marcar seu segundo gol com a camisa do Palmeiras.

Lancenet: Barcos comanda vitória do Palmeiras contra o Ituano

Depois do terceiro gol, Barcos ainda tentou marcar segundo gol dele. Aos 34 minutos, o atacante tentou encobrir Douglas, porém, pegou muito fraco na bola e o goleiro fez a defesa. Artur, aos 40, também tentou, mas o placar não foi alterado.

Palmeiras 3×2 XV de Piracicaba – doze jogos seguidos sem derrota

iG Esporte: Assunção resolve e comanda vitória suada do Palmeiras sobre o XV

A partida começou com os dois times mostrando muita vontade, principalmente nas divididas. Marcando no campo de ataque, o XV pressionava a saída de bola e obrigava o Palmeiras a dar chutões para escapar. Em uma dessas jogadas, Gerley cavou um escanteio pela esquerda. Assunção cobrou com o veneno de sempre e Patrik cabeceou bem. A torcida já tinha até gritado gol, mas a bola resvalou na zaga e saiu. Com o tempo, a equipe da casa se acertou em campo e achou o gol: Daniel Carvalho recebeu pela esquerda, passou como quis pela defesa e bateu cruzado para marcar seu primeiro com a camisa do time alviverde.

Lancenet: Palmeiras vence o XV e assume a liderança do Paulistão

Logo após o gol, o jogo voltou a ficar travado, com muitos passes errados de ambas as equipes. Mas o XV de Piracicaba foi um pouco melhor e chegou ao gol em cobrança de falta. Ricardinho bateu da ponta da área e acabou pegando Deola adiantado quando tentou socar a bola, mas não a achou. O Nhô Quim chegou com mais perigo no fim da primeira etapa e quase chegou ao gol da virada com André Cunha, aos 45 minutos, pouco antes do apito do árbitro.

UOL Esporte: Marcos Assunção faz gol, dá assistência e põe Palmeiras na liderança do Paulista

A torcida mostrava sinais de impaciência, mas o remédio de sempre funcionou. Marcos Assunção bateu falta aos 2 minutos do 2º tempo com a precisão que já lhe é costumeira e recolocou o Palmeiras à frente. Para animar ainda mais os presentes, Luiz Felipe Scolari promoveu a estreia de Hernán Barcos no lugar de Fernandão e levou a torcida ao delírio, comemorando como se fosse um gol a entrada do argentino em campo.

Globoesporte.com: Mesmo jogando mal, Verdão bate o XV de Piracicaba e dorme líder

O Palmeiras jogava mal, errava muitos passes e chamava o XV para o seu campo de defesa. Aos 26 minutos, Cazumba chutou cruzado e Deola espalmou para o meio da área. Na seqüência, o atacante Hugo dividiu com Maurício Ramos e o zagueiro acabou mandando contra a própria meta. Empate justo pelo futebol ofensivo que o time visitante apresentava até o momento.

Gazeta Esportiva: Verdão supera desfalques e dorme na liderança: 3 a 2 no XV

Dois minutos [depois], o Verdão garantiu a vitória com um tento do estreante lateral Artur, de cabeça, em nova assistência de Marcos Assunção.

Santos 1×2 Palmeiras – vitória merecida

Globoesporte.com: Neymar marca 100º, mas Palmeiras vira e bate o Santos em Prudente

Antes de a bola rolar, o técnico Luiz Felipe Scolari reclamou muito do forte calor, típico de Presidente Prudente. Ele disse que os jogadores teriam de dar o “couro todo”. E seus comandados ouviram o recado. Desde o apito inicial, os palmeirenses armaram uma forte marcação homem a homem. Felipão até escalou o volante João Vitor em vez do meia Patrik para reforçar a defesa e deixar Valdivia mais solto no ataque.

A princípio, a estratégia deu certo. Cicinho colou no aniversariante Neymar, que ficou apagado. O Mago, por sua vez, aparecia bem. Aos seis minutos, enfiou a bola com perfeição para Luan arrancar livre pela direita. Rafael teve de sair da meta para evitar o gol e acabou deixando a sobra para Juninho, que tentou cruzar para Fernandão, mas errou o passe.

ESPN Brasil: Aniversariante Neymar faz o gol cem, mas Palmeiras vira no final, estraga a festa e vence o Santos

Aos 35, Valdivia se aventurou em jogada individual pela esquerda e bateu fraco. Foi a última jogada do chileno em campo, pois sentiu dores na coxa direita e foi substituído por Daniel Carvalho. Em seu primeiro lance de perigo, Daniel invadiu a área santista driblando a marcação e saiu de frente para o goleiro. O jogador até tentou passar também o arqueiro para chutar, mas Rafael conseguiu fazer a defesa e impedir um golaço.

No intervalo, Muricy Ramalho tirou Borges para a entrada de Alan Kardec. Mas o Palmeiras voltou melhor ao segundo tempo, fazendo uma marcação ainda mais forte. Porém, o Verdão não conseguia transformar a posse de bola em jogadas de real perigo.

iG Esporte: No fim, Palmeiras estraga festa de aniversário de Neymar

Com o freio de mão puxado, Santos e Palmeiras seguiram sem atacar durante os primeiros minutos. Apenas em jogada de bola parada aos 12, a equipe de Luiz Felipe Scolari arriscou o primeiro chute, com Marcos Assunção.

Diferentemente da primeira etapa, quando as equipes voltaram pior após a parada técnica para beber água, o descanso na etapa final ajudou. Aos 23, Marcos Assunção cruzou na segunda trave, Luan bateu de primeira e Rafael fez boa defesa. No minuto seguinte, Ganso cobrou falta na área e Neymar testou com estilo no canto, sem chance para o goleiro Deola: 1 a 0.

Gazeta Esportiva: Palmeiras estraga festa de Neymar com virada emocionante

Logo em seguida, Felipão colocou Maikon Leite, que já se preparava para entrar, no lugar de Luan. Na primeira jogada, Daniel Carvalho lançou Maikon Leite, que tocou por cobertura sobre Rafael, mas Maranhão chegou para afastar antes de a bola entrar. Diante da necessidade de buscar a vitória, Felipão tirou Cicinho para a entrada de Ricardo Bueno.

Lancenet: Haja coração! Em virada histórica, Verdão vence o Peixe no Prudentão

Logo após o gol, o Palmeiras foi para cima, e conseguiu uma virada histórica. Após outro escanteio venenoso de Assunção, Fernandão ( que marcou seu 1º gol pelo Palmeiras no mesmo Prudentão) empatou de cabeça.

O inesperado aconteceu, e em jogada pela esquerda, Juninho chutou cruzado, a bola desviou em Maranhão e foi morrer no fundo das redes. Era a virada, inacreditável do Verdão.

UOL Esporte: Neymar faz gol 100 no dia do aniversário, mas Palmeiras ofusca festa e vira sobre o Santos no fim

O resultado dá motivação extra ao time de Felipão que tenta engrenar no Paulistão. O Palestra conseguiu a segunda vitória seguida e subiu para a terceira colocação na tabela com 11 pontos, dois a menos que Corinthians e Paulista. Já o Santos prolonga o início ruim com apenas um triunfo em cinco jogos e amarga o nono lugar.

Palmeiras 2×0 Mogi Mirim – a bola parada é uma virtude, e não dependência

Lancenet: Assunção marca dois gols e Palmeiras bate o Mogi Mirim

E o torcedor palmeirense nem precisou sofrer muito. Logo no primeiro lance de ataque, aos 2 minutos de partida, Marcos Assunção “mudou o jeito” de cobrar a falta na entrada da área, do lado direito do goleiro . Mas o resultado foi “velho conhecido”: um belo gol, mas no canto esquerdo de Anderson.

UOL Esporte: Em jogo sonolento para menos de 4 mil pessoas, Assunção dá a vitória ao Palmeiras

O gol animou o time, que partiu para cima usando muito o seu lado esquerdo. Juninho se apresentou bem pelo setor e trocou passes com Valdivia e Luan, os dois que mais buscavam o jogo. O atacante, aliás, teve duas boas chances para ampliar o placar. O primeiro, em passe do chileno enfiado na pequena área, cruzando a bola na área inteira e vendo a trave ser raspada. Aí o Mogi começou reagir e viu a chance de explorar o dia ruim de Leandro Amaro para empatar.

Gazeta Esportiva: Na volta de Felipão, Marcos Assunção marca dois e dá vitória sobre Mogi

Apesar de criar chances na frente, o Palmeiras também dava espaços atrás, e Renê Júnior dominou com liberdade para finalizar de fora da área, mas para fora. Antes do fim da etapa, depois de cruzamento de Patrik, Valdivia recebeu na área e finalizou perto da meta.

No início do segundo tempo, a cobrança de falta de Marcos Assunção desviou na barreira e sobrou para Luan cabecear, exigindo boa defesa do goleiro Anderson. Mas o Sapão deu o troco, quando Hernane apareceu atrás da zaga para cabecear para o meio da área, sem ter um colega para completar.

Globoesporte.com: Assunção 2 x 0 Mogi Mirim: Verdão sofre, mas volante assegura vitória

O gás durou 45 minutos, e os pouco mais de 3.500 pagantes responderam no ato. Começaram a reclamar a cada gol perdido por Luan, Fernandão, Patrik… Todos tiveram suas chances e não aproveitaram. Acreditando que poderia buscar o empate, o Mogi se soltou e também fez das suas. Hernane, vigiado pela zaga, passou a abrir espaços para infiltrações de Fernandinho e Renê. Deola teve de trabalhar em algumas oportunidades.

O Verdão martelou, mas só Valdivia consegue criar coisas boas para o time. Quando Felipão lançou Daniel Carvalho na vaga de Luan, já aos 25 minutos, a torcida comemorou e ameaçou hostilizar o atacante que saía de campo. Mas o clima precisa ser de paz e, por isso, o início de protesto foi logo abafado por uma série de aplausos. Combustível importante para o time que necessitava de ajuda em campo.

iG Esporte: Assunção dá vitória ao Palmeiras sobre o Mogi e salva retorno de Scolari

A equipe do interior só conseguia chegar à base de chutes de fora da área. Aos 31min, o lateral esquerdo João Paulo mandou rasante, rente à trave palmeirense. O time alviverde respondeu com Luan, que invadiu a área e ia driblando o goleiro do Mogi quando teve a bola roubada de seus pés. Nova boa chegada palmeirense aos 40min, quando Patrik cruzou da direita e Valdivia desviou. A torcida chegou até a gritar gol, mas a bola saiu por pouco. Sem muitas emoções, a primeira etapa ficou mesmo no 1 a 0.

Catanduvense 1×1 Palmeiras – muitos árbitros mas pouca visão

Dois pênaltis claros a favor do Palmeiras e nenhum dos cinco árbitros em campo foi capaz de enxergar pelo menos uma delas? Claro que o resultado ruim não é culpa da arbitragem, mas certamente não contribuíram em nada para um placar um pouco mais justo.

iG Esporte: Palmeiras empata no fim e evita a primeira derrota no Paulistão

Apesar do sol de rachar coco em Catanduva, os dois times começaram acelerados. A correria acabou rendendo boa chance ao Palmeiras logo aos 5min: Ricardo Bueno recebeu na área e matou bem, mas na hora de chutar foi travado. Com cinco atletas no meio-campo, o Catanduvense travava a criação do time alviverde, que tentava pela esquerda com Luan, sem muito sucesso. Quando o Palmeiras inverteu o jogo para a direita, Maikon Leite fez boa jogada e conseguiu escanteio. O gol só não saiu porque Leandro Amaro concluiu mal a jogada.

Depois, Daniel Carvalho – fazendo sua estreia como titular – roubou a bola e puxou bom contra-ataque e tentou passe estiloso para Bueno, mas a defesa do adversário estava atenta. O time do interior só foi chegar com perigo pela primeira vez aos 38min, quando Washington soltou o pé em um chute perigoso. Deola voou para espalmar. Daí até o final da etapa inicial, só deu Catanduvense, com muitos chuveirinhos na área. Mas o 0 a 0 persistiu até o apito do árbitro, em um primeiro tempo fraco.

Lancenet: Fernandão marca e Palmeiras consegue empate no fim do jogo

Aos 32 minutos, após bola alçada na área, Ricardo Bueno, em disputa de bola pelo alto com a defesa do Catanduvense, foi empurrado pelas costas e caiu pedindo pênalti, os jogadores do Palmeiras também reclamaram, mas Luiz Vanderlei Martinucho mandou o jogo seguir.

Gazeta Esportiva: Em Catanduva, Verdão produz pouco e arranca empate no fim

O segundo tempo começou com o mesmo ritmo lento que foi a tônica da maioria dos 45 minutos iniciais. O Palmeiras tinha dificuldades de impor a condição de grande e favorito ao resultado positivo.

O assistente técnico Flávio Murtosa perdeu a paciência após observar Alemão acertar a trave de Deola em cobrança de falta da meia esquerda e modificou o Palmeiras aos 12 minutos. Pouco efetivo, Luan cedeu o lugar a Pedro Carmona.

Após a substituição, o Palmeiras deu sinais de evolução. Aos 13 minutos, Maikon Leite foi lançado na direita e finalizou na rede pelo lado de fora. Logo em seguida, Marcos Assunção teve duas tentativas em cobranças de falta. Na primeira, acertou o travessão. Depois, obrigou João Paulo a grande defesa.

UOL Esporte: Leandro Amaro falha, mas Fernandão compensa e Palmeiras empata com Catanduvense

Aos 25 minutos do 2º tempo, nitidamente cansado, Daniel Carvalho foi substituído por Patrik. Nem deu tempo do meia atuar, e Leandro Amaro já fez pênalti bobo. O zagueiro passou da bola, abriu os braços e acabou dando a chance para os donos da casa saírem à frente. Osny, aos 29 minutos, bateu muito bem e não deu chances para Deola.

Para tentar reagir, Murtosa tirou Maikon Leite e colocou Fernandão. O atacante acertou a cabeçada fatal aos 38 minutos e conseguiu o empate para o time da capital após cobrança de escanteio de Marcos Assunção.

Globoesporte.com: Palmeiras sai atrás, mas Fernandão decreta empate com o Catanduvense

No geral, o jogo só serviu para sugerir uma provável mudança no Palmeiras para os próximos jogos: o efetivo Fernandão na vaga do inoperante Ricardo Bueno, que perdeu mais um punhado de gols neste domingo. Serviu também para expor a falta de criatividade da equipe alviverde quando não tem Valdivia, que não jogou por conta de uma lesão no tornozelo.

Palmeiras 1×1 Portuguesa – fracos e sonolentos

UOL Esporte: Ricardo Bueno desencanta, mas Palmeiras vai mal e fica no empate com a Portuguesa

O primeiro tempo foi horrível e irritou bastante as duas torcidas. Se de um lado Tinga errava passes a todo momento, por outro, Edno e Malyson não conseguiam comunicação e pouco assustavam Deola. As boas chances para o Palmeiras vieram com chutes de fora da área, de Luan e de Ricardo Bueno. Também com chute de longe, a Portuguesa fez Deola trabalhar na tentativa de Léo Silva.

Gazeta Esportiva: Após críticas, Ricardo Bueno dá empate ao Palmeiras contra Portuguesa

Principal articulador de jogadas do Verdão, Valdivia não começou a partida com vida fácil, já que o técnico Jorginho colocou o volante Boquita na marcação individual ao chileno. Assim, as bolas se concentravam mais em Tinga, que levava desvantagem nas tentativas de jogadas individuais.

Com isso, restou ao Palmeiras arriscar de longe. Ricardo Bueno dominou pela meia-esquerda e finalizou rasteiro, exigindo defesa do goleiro da Portuguesa. Do outro lado, Marcelo Cordeiro recebeu pela esquerda e cruzou perigosamente, mas Deola interceptou. O duelo perdeu emoção e as chances dos dois lados diminuíram, com mais erros de passes e disputa no meio-campo.

Lancenet: Palmeiras e Lusa fazem jogo equilibrado e não saem do empate

Na segunda etapa, o equilíbrio se desfez. Logo aos 4 minutos, a Lusa abriu o placar, após Maylson interceptar bem o cruzamento de Marcelo Cordeiro. Em vantagem, a equipe rubro-verde cresceu na partida e mostrou disposição para marcar e neutralizar o Palmeiras. A equipe alviverde teve seus melhores momentos nos avanços de Maikon Leite (que entrou no lugar de Tinga no intervalo) pela direita. Contudo, a Lusa pecou por não aproveitar as oportunidades que teve.

iG Esporte: Bueno perde gol feito, mas se redime e salva Palmeiras contra a Lusa

A solução foi tentar na correia de Maikon Leite. Após boa jogada do ponta, Ricardo Bueno conseguiu perder gol incrível: em cima da linha, ele deu um “chute do escorpião” e carimbou a trave da Lusa. Para tentar apertar, o técnico interino Flávio Murtosa promoveu a estreia de Daniel Carvalho, ainda fora de forma. Com bons passes, o camisa 83 ajudou a acalmar o time e colocar a bola no chão. A marcação da da equipe do Canindé, porém era boa, e os espaços eram raros. Mas Maikon Leite não ia desistir tão cedo: aos 35min, ele cruzou da direita e Bueno colocou para dentro, decretando o empate no clássico.

Globoesporte.com: Ricardo Bueno marca, mas Verdão fica no empate com a Portuguesa

Daniel Carvalho estreou, Assunção completou seu centésimo jogo pelo Palmeiras, e a Lusa tentou o desempate do jeito que deu. Mas a igualdade era o resultado mais justo para dois times que mostraram vontade e alguma técnica, mas que precisam de algo mais se quiserem falar em título paulista.

Bragantino 1×2 Palmeiras – Feliz ano velho

Dificuldade nas conclusões, algumas eternas promessas já mostram que não prometem mais nada, e a arbitragem continua conivente com o maldoso e impune rodízio de faltas no Valdívia. A temporada 2012 começou oficialmente nesta primeira rodada do Paulista, mas aos olhos do palmeirense parece que 2011 ainda não acabou.

UOL Esporte: Palmeiras supera ausência de um camisa 9 e vence o Bragantino por 2 a 1 na estreia

O primeiro gol do Verdão na edição de 2012 do Estadual ocorreu logo aos 6min. Assunção cruzou na área, a defesa do Braga vacilou e o zagueiro Leandro Amaro cabeceou no canto, sem chances de defesa para Rafael Santos.

Lancenet: No sufoco, Verdão vence o Braga na estreia do Paulistão

O futebol alviverde só começou a aparecer no final da primeira etapa, com jogadas pelas laterais: Luan pela esquerda, e Cicinho pela direita. Apesar das boas chegadas, o time não finalizava, e quando o fazia não tinha direção.

No segundo tempo, logo aos 14, Léo Jaime, do Braga, invadiu a área alviverde, e em um lance infeliz de Cicinho, que vinha bem na partida, o lateral do Palmeiras derrubou o meia. Wellington bateu sem chances para Bruno.

iG Esporte: Palmeiras sua, mas vence o Bragantino após mexida de Murtosa

Levando pressão, o Palmeiras tentava igualar a partida nos contra-ataques. Valdivia e Márcio Araújo poderiam ter criado perigo em duas arrancadas, mas as jogadas não deram em nada. Luan, que quase não foi relacionado devido às dores no pé esquerdo, não só foi para o jogo como era um dos jogadores mais acionados pelos palmeirenses. De seus pés saíram boas chances para o time alviverde ampliar, mas o primeiro tempo ficou mesmo no 1 a 0.

Na volta do intervalo, o duelo continuou corrido e disputado. O Palmeiras chegou bem em cruzamento de Luan logo no início, mas o Bragantino respondeu bem em cobrança de falta: Bruno teve que se esticar todo para espalmar.

Gazeta Esportiva: Sem mudar virtudes e defeitos, Palmeiras vence Bragantino na estreia

Por outro lado, o Bragantino respondeu para empatar, depois que o árbitro assinalou pênalti de Cicinho sobre Léo Jaime. Wellington cobrou para balançar as redes do goleiro Bruno. Logo após o gol, o Verdão teve uma chance clara para empatar, já que Valdivia deixou Ricardo Bueno livre de frente para o gol, mas o atacante chutou para fora e perdeu gol incrível.

O chileno assumiu a responsabilidade para liderar o meio-campo palmeirense, faltando algum jogador para concluir as jogadas. Marcelo Veiga, por sua vez, reestruturou seu time com as entradas de Júnior Lopes e Paulo Roberto nas vagas de Fernando Gabriel e Romarinho. Em nova cobrança de falta de Marcos Assunção, Valdivia desviou de cabeça e exigiu grande defesa de Rafael Santos.

O técnico Flávio Murtosa, então, tirou Ricardo Bueno para a entrada de Fernandão. Na insistência, Luan até fez jogada individual pela esquerda e cruzou para Valdivia, que cabeceou fraco, facilitando a defesa de Rafael Santos.

Globoesporte.com: Pelo alto, baixinho Maikon Leite dá a vitória ao Verdão contra Bragantino

Com a melhora, o técnico interino Flávio Murtosa arriscou tudo na entrada de Maikon Leite no lugar de Tinga. Deu certo. Dois minutos depois de entrar, o atacante fez o gol da vitória. Valdivia abriu espaço pela esquerda e cruzou. A bola passou por toda a área e sobrou para o baixinho desviar de cabeça e fazer 2 a 1, garantindo ao Palmeiras uma importante vitória fora de casa na estreia no Paulistão.

Palmeiras lidera Ranking da CBF! Mas e daí?

A CBF recalculou seu Ranking Nacional de Clubes (e já tiveram que fazer um recall de reparo) para considerar a unificação dos títulos nacionais entre 1959 a 1970 e com isso saltamos da sétima posição (2012 pontos) para a primeira colocação (2366 pontos). Mas o que muda para o Palmeiras e o torcedor essa nova condição? Absolutamente nada. Ninguém dava importância ao RNC, e não é agora que devemos nos importar com ele.

Esse ranking da CBF sempre foi defeituoso e não é porque fomos alçados ao topo que devemos deixar de notar que ele possui diversos critérios ruins. Por exemplo, é um tanto difícil de entender o método aplicado que faz o campeão brasileiro receber 60 pontos e o vice receber apenas um ponto a menos, enquanto na Copa do Brasil o campeão recebe 30 pontos e o vice recebe 10 pontos a menos. Aliás, o campeão da Copa do Brasil recebe a mesma pontuação do 11º colocado da Série B!

Mesmo com a péssima campanha no Brasileiro 2011, o Palmeiras recebeu 50 pontos pelo 11º lugar – são 30 pontos a mais do que o Coritiba recebeu pelo vice-campeonato da Copa do Brasil e que nesta mesma competição nos aplicou um 6×0.

Também é muito estranho que um hipotético campeão do Brasileiro receba 60 pontos e mais nada pois não disputou a Copa do Brasil (estava na luta pela Libertadores), e ao mesmo tempo o quarto colocado no Brasileiro que foi eliminado na semifinal da Copa do Brasil receba 67 pontos!

Já aconteceu conosco: em 1993 recebemos 65 pontos pelo título brasileiro e quartas de final da Copa do Brasil, enquanto o Cruzeiro fez 76 pontos sendo campeão da Copa do Brasil e 15º do Brasileiro – e existem vários outros exemplos de discrepância similar.

Some a isso o fato dos clubes que estão na Libertadores não disputarem a Copa do Brasil acabam sendo punidos na pontuação anual, o que finalmente será corrigido a partir de 2013 (por outro lado, estragaram a Sul-Americana transformando as vagas em repescagem para alguns dos eliminados da Copa do Brasil; parece que é assim que fazem na Champions League e Europa League, o que não é chancela de boa idéia).

A única coisa que o RNC pode fazer pelo Palmeiras é mais manchetes polêmicas no final do próximo ano. Considerando a morosidade e as sucessivas trapalhadas da atual gestão para contratar reforços, é bem provável que esse outrora esquecido ranking reapareça no notíciário do ano que vem quando provavelmente perderemos a liderança, gerando mais uma “crise no Palestra, exclamação!”.

Corinthians 0×0 Palmeiras – a superioridade no Derby continua

O 339º Derby resultou no 102º empate; permanecemos com 121 vitórias contra 116 do adversário e com 43 gols marcados a mais do que eles (495 a 452). O clássico foi como todos os outros recentes: arbitragem frouxa para eles e rígida para nós, adversário nervoso sem oferecer grandes perigos e o Palmeiras dominando o campo e acertando a trave. Mais uma vez tivemos um atleta expulso por interpretação ambígua do árbitro e mesmo assim continuamos mantendo a posse de bola e o nosso ritmo de jogo. Quando dizem que o Derby é um campeonato a parte, não é mentira: quem viu o Palmeiras em campo nesta partida não diz que é o mesmo das outras rodadas do Brasileiro.

O nosso desempenho superior em campo teve seu lado frustrante, pois mostrou que mesmo com este elenco muito limitado seria possível no mínimo disputar uma vaga para a Libertadores caso tivessemos nos livrado das laranjas podres mais rapidamente. Felipão assumiu esse erro, mas o vice-presidente e diretor de futebol Roberto Frizzo ficou quieto quando deveria assumir a culpa ao invés de deixar nosso treinador se desgastar mais uma vez.

Terminamos o Brasileiro em 11º lugar e provavelmente enfrentaremos o Botafogo na Sul-Americana 2012. Tivemos apenas 10 derrotas, só uma a mais que o campeão e menos do que Fluminense, São Paulo, Coritiba, Botafogo e Santos, que terminaram na nossa frente. Nossos dois maiores erros: excesso de empates e ataque sem conclusão (ou meio campo pouco eficiente para as assistências). Acumulamos 17 empates, número superior a todos os demais times; e marcamos apenas 43 gols, superior apenas ao rebaixado Atlético-PR. A zaga passou por momentos de elogios e críticas, mas foi a segunda menos vazada do campeonato.

Não vou colocar as habituais manchetes de pós-jogo pois nesta última rodada o título do rival foi mais comentado do que nossa habitual supremacia no campo, mas nem poderia ser diferente. Ao invés disso, sugiro a leitura atenta de dois ótimos relatos contados por quem esteve presente na arquibancada visitante e mostram pontos de vista que jamais serão mencionados pela imprensa que se diz especializada.

Forza Palestra: A vitória de quem vai à luta

Ao final dos 90 minutos, deixamos a cancha municipal com a certeza de dever cumprido. Lutamos a guerra que nos cabia. Fomos à cancha municipal não movidos pelo oportunismo sujo de quem queria contemplar um título para o qual pouco ou nada fez, mas pela obstinação de quem queria defender a própria honra em uma batalha improvável. Fomos não esperando uma conquista fácil, mas sabedores de que todo o nosso esforço provavelmente não resultaria em nada. Mas o Palmeiras foi a campo e nós vamos atrás dele.

A tentativa de fazer um mosaico com faixas verticais merece três comentários: (1) pra fazer isso de maneira correta, é preciso ter experiência prévia; (2) a atitude de baixar as faixas tão rapidamente só serviu para evidenciar o medo do outro lado; (3) a conivência da PM com a gambazada tem origens históricas, e fica mais evidente a cada ano. Imaginem os senhores se a Mancha seria autorizada a entrar no estádio com algum material que tivesse uma mensagem de provocação à torcida adversária…

Verdazzo: SCCP 0×0 Palmeiras

Após uma hora de caminhada, chegamos ao Municipal, não sem antes termos que tomar bastante cuidado com uma ladeira ao lado do Pacaembu cheia de óleo diesel derramado, o que fez o chão ficar muito escorregadio e perigoso. Era a única via de saída de nossa torcida, e no caso de um confronto, o chão liso era uma grande desvantagem. Obra dos “leais adversários”

O juiz apitou o fim do jogo e a torcida do Palmeiras se viu obrigada a se retirar do estádio. Com muita raiva e decepção, mas de cabeça erguida. Os jogadores, dentro de campo, dentro das limitações já conhecidas, se impuseram frente ao time que se sagrou campeão. O Palmeiras, apesar de uma fase negra principalmente nos meses de setembro e outubro, ressurgiu no campeonato, tirou o SPFC da Libertadores e fez os corintianos se borrarem de medo até o anúncio do fim do jogo no Engenhão. Essa dignidade ninguém nos tira.