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Santos 1×2 Palmeiras – vitória merecida

Globoesporte.com: Neymar marca 100º, mas Palmeiras vira e bate o Santos em Prudente

Antes de a bola rolar, o técnico Luiz Felipe Scolari reclamou muito do forte calor, típico de Presidente Prudente. Ele disse que os jogadores teriam de dar o “couro todo”. E seus comandados ouviram o recado. Desde o apito inicial, os palmeirenses armaram uma forte marcação homem a homem. Felipão até escalou o volante João Vitor em vez do meia Patrik para reforçar a defesa e deixar Valdivia mais solto no ataque.

A princípio, a estratégia deu certo. Cicinho colou no aniversariante Neymar, que ficou apagado. O Mago, por sua vez, aparecia bem. Aos seis minutos, enfiou a bola com perfeição para Luan arrancar livre pela direita. Rafael teve de sair da meta para evitar o gol e acabou deixando a sobra para Juninho, que tentou cruzar para Fernandão, mas errou o passe.

ESPN Brasil: Aniversariante Neymar faz o gol cem, mas Palmeiras vira no final, estraga a festa e vence o Santos

Aos 35, Valdivia se aventurou em jogada individual pela esquerda e bateu fraco. Foi a última jogada do chileno em campo, pois sentiu dores na coxa direita e foi substituído por Daniel Carvalho. Em seu primeiro lance de perigo, Daniel invadiu a área santista driblando a marcação e saiu de frente para o goleiro. O jogador até tentou passar também o arqueiro para chutar, mas Rafael conseguiu fazer a defesa e impedir um golaço.

No intervalo, Muricy Ramalho tirou Borges para a entrada de Alan Kardec. Mas o Palmeiras voltou melhor ao segundo tempo, fazendo uma marcação ainda mais forte. Porém, o Verdão não conseguia transformar a posse de bola em jogadas de real perigo.

iG Esporte: No fim, Palmeiras estraga festa de aniversário de Neymar

Com o freio de mão puxado, Santos e Palmeiras seguiram sem atacar durante os primeiros minutos. Apenas em jogada de bola parada aos 12, a equipe de Luiz Felipe Scolari arriscou o primeiro chute, com Marcos Assunção.

Diferentemente da primeira etapa, quando as equipes voltaram pior após a parada técnica para beber água, o descanso na etapa final ajudou. Aos 23, Marcos Assunção cruzou na segunda trave, Luan bateu de primeira e Rafael fez boa defesa. No minuto seguinte, Ganso cobrou falta na área e Neymar testou com estilo no canto, sem chance para o goleiro Deola: 1 a 0.

Gazeta Esportiva: Palmeiras estraga festa de Neymar com virada emocionante

Logo em seguida, Felipão colocou Maikon Leite, que já se preparava para entrar, no lugar de Luan. Na primeira jogada, Daniel Carvalho lançou Maikon Leite, que tocou por cobertura sobre Rafael, mas Maranhão chegou para afastar antes de a bola entrar. Diante da necessidade de buscar a vitória, Felipão tirou Cicinho para a entrada de Ricardo Bueno.

Lancenet: Haja coração! Em virada histórica, Verdão vence o Peixe no Prudentão

Logo após o gol, o Palmeiras foi para cima, e conseguiu uma virada histórica. Após outro escanteio venenoso de Assunção, Fernandão ( que marcou seu 1º gol pelo Palmeiras no mesmo Prudentão) empatou de cabeça.

O inesperado aconteceu, e em jogada pela esquerda, Juninho chutou cruzado, a bola desviou em Maranhão e foi morrer no fundo das redes. Era a virada, inacreditável do Verdão.

UOL Esporte: Neymar faz gol 100 no dia do aniversário, mas Palmeiras ofusca festa e vira sobre o Santos no fim

O resultado dá motivação extra ao time de Felipão que tenta engrenar no Paulistão. O Palestra conseguiu a segunda vitória seguida e subiu para a terceira colocação na tabela com 11 pontos, dois a menos que Corinthians e Paulista. Já o Santos prolonga o início ruim com apenas um triunfo em cinco jogos e amarga o nono lugar.

Palmeiras 2×0 Mogi Mirim – a bola parada é uma virtude, e não dependência

Lancenet: Assunção marca dois gols e Palmeiras bate o Mogi Mirim

E o torcedor palmeirense nem precisou sofrer muito. Logo no primeiro lance de ataque, aos 2 minutos de partida, Marcos Assunção “mudou o jeito” de cobrar a falta na entrada da área, do lado direito do goleiro . Mas o resultado foi “velho conhecido”: um belo gol, mas no canto esquerdo de Anderson.

UOL Esporte: Em jogo sonolento para menos de 4 mil pessoas, Assunção dá a vitória ao Palmeiras

O gol animou o time, que partiu para cima usando muito o seu lado esquerdo. Juninho se apresentou bem pelo setor e trocou passes com Valdivia e Luan, os dois que mais buscavam o jogo. O atacante, aliás, teve duas boas chances para ampliar o placar. O primeiro, em passe do chileno enfiado na pequena área, cruzando a bola na área inteira e vendo a trave ser raspada. Aí o Mogi começou reagir e viu a chance de explorar o dia ruim de Leandro Amaro para empatar.

Gazeta Esportiva: Na volta de Felipão, Marcos Assunção marca dois e dá vitória sobre Mogi

Apesar de criar chances na frente, o Palmeiras também dava espaços atrás, e Renê Júnior dominou com liberdade para finalizar de fora da área, mas para fora. Antes do fim da etapa, depois de cruzamento de Patrik, Valdivia recebeu na área e finalizou perto da meta.

No início do segundo tempo, a cobrança de falta de Marcos Assunção desviou na barreira e sobrou para Luan cabecear, exigindo boa defesa do goleiro Anderson. Mas o Sapão deu o troco, quando Hernane apareceu atrás da zaga para cabecear para o meio da área, sem ter um colega para completar.

Globoesporte.com: Assunção 2 x 0 Mogi Mirim: Verdão sofre, mas volante assegura vitória

O gás durou 45 minutos, e os pouco mais de 3.500 pagantes responderam no ato. Começaram a reclamar a cada gol perdido por Luan, Fernandão, Patrik… Todos tiveram suas chances e não aproveitaram. Acreditando que poderia buscar o empate, o Mogi se soltou e também fez das suas. Hernane, vigiado pela zaga, passou a abrir espaços para infiltrações de Fernandinho e Renê. Deola teve de trabalhar em algumas oportunidades.

O Verdão martelou, mas só Valdivia consegue criar coisas boas para o time. Quando Felipão lançou Daniel Carvalho na vaga de Luan, já aos 25 minutos, a torcida comemorou e ameaçou hostilizar o atacante que saía de campo. Mas o clima precisa ser de paz e, por isso, o início de protesto foi logo abafado por uma série de aplausos. Combustível importante para o time que necessitava de ajuda em campo.

iG Esporte: Assunção dá vitória ao Palmeiras sobre o Mogi e salva retorno de Scolari

A equipe do interior só conseguia chegar à base de chutes de fora da área. Aos 31min, o lateral esquerdo João Paulo mandou rasante, rente à trave palmeirense. O time alviverde respondeu com Luan, que invadiu a área e ia driblando o goleiro do Mogi quando teve a bola roubada de seus pés. Nova boa chegada palmeirense aos 40min, quando Patrik cruzou da direita e Valdivia desviou. A torcida chegou até a gritar gol, mas a bola saiu por pouco. Sem muitas emoções, a primeira etapa ficou mesmo no 1 a 0.

Catanduvense 1×1 Palmeiras – muitos árbitros mas pouca visão

Dois pênaltis claros a favor do Palmeiras e nenhum dos cinco árbitros em campo foi capaz de enxergar pelo menos uma delas? Claro que o resultado ruim não é culpa da arbitragem, mas certamente não contribuíram em nada para um placar um pouco mais justo.

iG Esporte: Palmeiras empata no fim e evita a primeira derrota no Paulistão

Apesar do sol de rachar coco em Catanduva, os dois times começaram acelerados. A correria acabou rendendo boa chance ao Palmeiras logo aos 5min: Ricardo Bueno recebeu na área e matou bem, mas na hora de chutar foi travado. Com cinco atletas no meio-campo, o Catanduvense travava a criação do time alviverde, que tentava pela esquerda com Luan, sem muito sucesso. Quando o Palmeiras inverteu o jogo para a direita, Maikon Leite fez boa jogada e conseguiu escanteio. O gol só não saiu porque Leandro Amaro concluiu mal a jogada.

Depois, Daniel Carvalho – fazendo sua estreia como titular – roubou a bola e puxou bom contra-ataque e tentou passe estiloso para Bueno, mas a defesa do adversário estava atenta. O time do interior só foi chegar com perigo pela primeira vez aos 38min, quando Washington soltou o pé em um chute perigoso. Deola voou para espalmar. Daí até o final da etapa inicial, só deu Catanduvense, com muitos chuveirinhos na área. Mas o 0 a 0 persistiu até o apito do árbitro, em um primeiro tempo fraco.

Lancenet: Fernandão marca e Palmeiras consegue empate no fim do jogo

Aos 32 minutos, após bola alçada na área, Ricardo Bueno, em disputa de bola pelo alto com a defesa do Catanduvense, foi empurrado pelas costas e caiu pedindo pênalti, os jogadores do Palmeiras também reclamaram, mas Luiz Vanderlei Martinucho mandou o jogo seguir.

Gazeta Esportiva: Em Catanduva, Verdão produz pouco e arranca empate no fim

O segundo tempo começou com o mesmo ritmo lento que foi a tônica da maioria dos 45 minutos iniciais. O Palmeiras tinha dificuldades de impor a condição de grande e favorito ao resultado positivo.

O assistente técnico Flávio Murtosa perdeu a paciência após observar Alemão acertar a trave de Deola em cobrança de falta da meia esquerda e modificou o Palmeiras aos 12 minutos. Pouco efetivo, Luan cedeu o lugar a Pedro Carmona.

Após a substituição, o Palmeiras deu sinais de evolução. Aos 13 minutos, Maikon Leite foi lançado na direita e finalizou na rede pelo lado de fora. Logo em seguida, Marcos Assunção teve duas tentativas em cobranças de falta. Na primeira, acertou o travessão. Depois, obrigou João Paulo a grande defesa.

UOL Esporte: Leandro Amaro falha, mas Fernandão compensa e Palmeiras empata com Catanduvense

Aos 25 minutos do 2º tempo, nitidamente cansado, Daniel Carvalho foi substituído por Patrik. Nem deu tempo do meia atuar, e Leandro Amaro já fez pênalti bobo. O zagueiro passou da bola, abriu os braços e acabou dando a chance para os donos da casa saírem à frente. Osny, aos 29 minutos, bateu muito bem e não deu chances para Deola.

Para tentar reagir, Murtosa tirou Maikon Leite e colocou Fernandão. O atacante acertou a cabeçada fatal aos 38 minutos e conseguiu o empate para o time da capital após cobrança de escanteio de Marcos Assunção.

Globoesporte.com: Palmeiras sai atrás, mas Fernandão decreta empate com o Catanduvense

No geral, o jogo só serviu para sugerir uma provável mudança no Palmeiras para os próximos jogos: o efetivo Fernandão na vaga do inoperante Ricardo Bueno, que perdeu mais um punhado de gols neste domingo. Serviu também para expor a falta de criatividade da equipe alviverde quando não tem Valdivia, que não jogou por conta de uma lesão no tornozelo.

Palmeiras 1×1 Portuguesa – fracos e sonolentos

UOL Esporte: Ricardo Bueno desencanta, mas Palmeiras vai mal e fica no empate com a Portuguesa

O primeiro tempo foi horrível e irritou bastante as duas torcidas. Se de um lado Tinga errava passes a todo momento, por outro, Edno e Malyson não conseguiam comunicação e pouco assustavam Deola. As boas chances para o Palmeiras vieram com chutes de fora da área, de Luan e de Ricardo Bueno. Também com chute de longe, a Portuguesa fez Deola trabalhar na tentativa de Léo Silva.

Gazeta Esportiva: Após críticas, Ricardo Bueno dá empate ao Palmeiras contra Portuguesa

Principal articulador de jogadas do Verdão, Valdivia não começou a partida com vida fácil, já que o técnico Jorginho colocou o volante Boquita na marcação individual ao chileno. Assim, as bolas se concentravam mais em Tinga, que levava desvantagem nas tentativas de jogadas individuais.

Com isso, restou ao Palmeiras arriscar de longe. Ricardo Bueno dominou pela meia-esquerda e finalizou rasteiro, exigindo defesa do goleiro da Portuguesa. Do outro lado, Marcelo Cordeiro recebeu pela esquerda e cruzou perigosamente, mas Deola interceptou. O duelo perdeu emoção e as chances dos dois lados diminuíram, com mais erros de passes e disputa no meio-campo.

Lancenet: Palmeiras e Lusa fazem jogo equilibrado e não saem do empate

Na segunda etapa, o equilíbrio se desfez. Logo aos 4 minutos, a Lusa abriu o placar, após Maylson interceptar bem o cruzamento de Marcelo Cordeiro. Em vantagem, a equipe rubro-verde cresceu na partida e mostrou disposição para marcar e neutralizar o Palmeiras. A equipe alviverde teve seus melhores momentos nos avanços de Maikon Leite (que entrou no lugar de Tinga no intervalo) pela direita. Contudo, a Lusa pecou por não aproveitar as oportunidades que teve.

iG Esporte: Bueno perde gol feito, mas se redime e salva Palmeiras contra a Lusa

A solução foi tentar na correia de Maikon Leite. Após boa jogada do ponta, Ricardo Bueno conseguiu perder gol incrível: em cima da linha, ele deu um “chute do escorpião” e carimbou a trave da Lusa. Para tentar apertar, o técnico interino Flávio Murtosa promoveu a estreia de Daniel Carvalho, ainda fora de forma. Com bons passes, o camisa 83 ajudou a acalmar o time e colocar a bola no chão. A marcação da da equipe do Canindé, porém era boa, e os espaços eram raros. Mas Maikon Leite não ia desistir tão cedo: aos 35min, ele cruzou da direita e Bueno colocou para dentro, decretando o empate no clássico.

Globoesporte.com: Ricardo Bueno marca, mas Verdão fica no empate com a Portuguesa

Daniel Carvalho estreou, Assunção completou seu centésimo jogo pelo Palmeiras, e a Lusa tentou o desempate do jeito que deu. Mas a igualdade era o resultado mais justo para dois times que mostraram vontade e alguma técnica, mas que precisam de algo mais se quiserem falar em título paulista.

Bragantino 1×2 Palmeiras – Feliz ano velho

Dificuldade nas conclusões, algumas eternas promessas já mostram que não prometem mais nada, e a arbitragem continua conivente com o maldoso e impune rodízio de faltas no Valdívia. A temporada 2012 começou oficialmente nesta primeira rodada do Paulista, mas aos olhos do palmeirense parece que 2011 ainda não acabou.

UOL Esporte: Palmeiras supera ausência de um camisa 9 e vence o Bragantino por 2 a 1 na estreia

O primeiro gol do Verdão na edição de 2012 do Estadual ocorreu logo aos 6min. Assunção cruzou na área, a defesa do Braga vacilou e o zagueiro Leandro Amaro cabeceou no canto, sem chances de defesa para Rafael Santos.

Lancenet: No sufoco, Verdão vence o Braga na estreia do Paulistão

O futebol alviverde só começou a aparecer no final da primeira etapa, com jogadas pelas laterais: Luan pela esquerda, e Cicinho pela direita. Apesar das boas chegadas, o time não finalizava, e quando o fazia não tinha direção.

No segundo tempo, logo aos 14, Léo Jaime, do Braga, invadiu a área alviverde, e em um lance infeliz de Cicinho, que vinha bem na partida, o lateral do Palmeiras derrubou o meia. Wellington bateu sem chances para Bruno.

iG Esporte: Palmeiras sua, mas vence o Bragantino após mexida de Murtosa

Levando pressão, o Palmeiras tentava igualar a partida nos contra-ataques. Valdivia e Márcio Araújo poderiam ter criado perigo em duas arrancadas, mas as jogadas não deram em nada. Luan, que quase não foi relacionado devido às dores no pé esquerdo, não só foi para o jogo como era um dos jogadores mais acionados pelos palmeirenses. De seus pés saíram boas chances para o time alviverde ampliar, mas o primeiro tempo ficou mesmo no 1 a 0.

Na volta do intervalo, o duelo continuou corrido e disputado. O Palmeiras chegou bem em cruzamento de Luan logo no início, mas o Bragantino respondeu bem em cobrança de falta: Bruno teve que se esticar todo para espalmar.

Gazeta Esportiva: Sem mudar virtudes e defeitos, Palmeiras vence Bragantino na estreia

Por outro lado, o Bragantino respondeu para empatar, depois que o árbitro assinalou pênalti de Cicinho sobre Léo Jaime. Wellington cobrou para balançar as redes do goleiro Bruno. Logo após o gol, o Verdão teve uma chance clara para empatar, já que Valdivia deixou Ricardo Bueno livre de frente para o gol, mas o atacante chutou para fora e perdeu gol incrível.

O chileno assumiu a responsabilidade para liderar o meio-campo palmeirense, faltando algum jogador para concluir as jogadas. Marcelo Veiga, por sua vez, reestruturou seu time com as entradas de Júnior Lopes e Paulo Roberto nas vagas de Fernando Gabriel e Romarinho. Em nova cobrança de falta de Marcos Assunção, Valdivia desviou de cabeça e exigiu grande defesa de Rafael Santos.

O técnico Flávio Murtosa, então, tirou Ricardo Bueno para a entrada de Fernandão. Na insistência, Luan até fez jogada individual pela esquerda e cruzou para Valdivia, que cabeceou fraco, facilitando a defesa de Rafael Santos.

Globoesporte.com: Pelo alto, baixinho Maikon Leite dá a vitória ao Verdão contra Bragantino

Com a melhora, o técnico interino Flávio Murtosa arriscou tudo na entrada de Maikon Leite no lugar de Tinga. Deu certo. Dois minutos depois de entrar, o atacante fez o gol da vitória. Valdivia abriu espaço pela esquerda e cruzou. A bola passou por toda a área e sobrou para o baixinho desviar de cabeça e fazer 2 a 1, garantindo ao Palmeiras uma importante vitória fora de casa na estreia no Paulistão.

Palmeiras 1×1 (5×6) Corinthians – empate heróico no 10 contra 12

A Federação Paulista de Futebol assumiu o risco de uma semifinal com confusão ao manter escalado o árbitro Paulo César de Oliveira para o Derby 337, mesmo com o Jornal da Tarde indicando que o sorteio era uma farsa. Por mais que se aponte que o Palmeiras tenha entrado pilhado em campo, ninguém estava mais visivelmente nervoso em campo do que o árbitro.

O saldo do primeiro tempo foi bastante negativo para nós: Valdívia contundido após um chute no vácuo, Cicinho machucado e Danilo e Felipão expulsos de campo. Fomos para o segundo tempo com um homem a menos, com um cartão amarelo para o Kleber e apenas uma substituição disponível. Aliás, não dá para ter o Kleber com a faixa devido à predisposição das arbitragens contra ele, hoje ele levou cartão já aos três minutos de jogo e por isso ficamos sem capitão para argumentar com o árbitro as trapalhadas do apito, deixando os adversários abusarem da pressão. Foi essa pressão que livrou o adversário Liédson não ter sido expulso no mesmo lance faltoso do Danilo.

No segundo tempo o Palmeiras tocou mais a bola e ocupou melhor o campo, enquanto o rival fazia “faltinhas” consecutivas. Aos 35 minutos eles já tinham 5 atletas amarelados, e é aí que eu acho que faltou um Felipão na beira do gramado para orientar os palmeirenses a deixarem sofrer faltas e com isso tentar expulsar um ou dois deles dentro da regra. Fizemos o gol e continuamos em cima, eles empataram e continuamos em cima, bola no travessão deles e continuamos em cima. A forma que jogamos hoje com todo o cenário desfavorável tem um mentor: Luiz Felipe Scolari. Merece nosso aplauso e apoio incondicional.

Nos pênaltis, a bola entrou na rede com Kleber, Marcos Assunção, Márcio Araújo, Luan e Thiago Heleno; na primeira batida das alternadas, o jovem João Vítor indicou o lado e bateu muito fraco. Um minuto depois nossa torcida aplaudia a dedicação em campo da nossa equipe, enquanto lamentava a segunda semifinal perdida consecutiva, mais uma vez quando tínhamos plenas condições de avançar. Eu não acredito que pênalti é sorte, pra mim é uns 10% sorte e 90% competência dos dois lados; competência para chutar direito, competência para “ler” o batedor e ir na bola. João Vítor não precisa (nem deve!) ser crucificado pela torcida, mas tem o dever de treinar mais cobranças.

E a Rede Globo, como sempre, encerrou a transmissão do modo que mais gosta: mostrando uma criança chorando na arquibancada. Tudo bem, garotinho: são as cicatrizes da vida que moldam nosso caráter.

Este foi o nosso resultado do Campeonato Paulista 2011: 21 jogos, 13 vitórias, 6 empates, 2 derrotas, 45 pontos de 63 disputados (71,43%), 31 gols marcados (1,48 por jogo), 10 gols sofridos (0,48 por jogo), 21 gols de saldo, 37 cartões amarelos (1,76 por jogo), 2 cartões vermelhos (0,10 por jogo).

UOL Esporte: Nos pênaltis, Corinthians supera trauma, vence clássico polêmico e está na final

O Palmeiras mostrou ser mais time logo nos 15 minutos iniciais. Valdivia chutou a gol três vezes e levou perigo em duas oportunidades. Júlio César conseguiu espalmar e evitar o gol.

A equipe alviverde dominava as ações ofensivas, até Danilo receber o vermelho. Coincidentemente, Valdivia havia acabado de pedir para ser substituído. O meia chileno se machucou ao tenta dar o famoso chute no vácuo. Felipão foi obrigado a sacá-lo para a entrada do zagueiro Leandro Amaro.

Globoesporte.com: Nos pênaltis, Timão vence Verdão e vai à final do Paulista contra o Santos

Os 15 minutos de intervalo serviram para acalmar os ânimos das duas equipes, em especial do Palmeiras. Com outra postura, o Verdão foi para cima do Timão e por muito pouco não abriu o marcador aos seis minutos. Marcos Assunção bateu falta com perfeição e obrigou Julio Cesar a se esticar todo para defender.

E foi do escanteio provocado por essa espalmada do corintiano que saiu o gol do Palmeiras, que sufocou o rival nos minutos iniciais do segundo tempo. Aos sete minutos, Marcos Assunção cobrou fechado e Leandro Amaro, zagueiro que entrou na vaga do machucado Valdivia, desviou de cabeça na primeira trave.

iG Esporte: Em jogo polêmico, Corinthians elimina Palmeiras nos pênaltis

De tanto insistir, o Palmeiras abriu o marcador. Aos quatro minutos, Marcos Assunção cobrou escanteio e Leandro Amaro desviou de cabeça para abrir o marcador. Apesar de jogar com um atleta a mais em campo e estar perdendo por 1 a 0, o Corinthians não conseguia pressionar o Palmeiras. Porém, a equipe de Parque São Jorge empatou com um gol do ‘talismã’ Willian, que entrou no lugar de Dentinho na segunda etapa, marcou de cabeça após cobrança de escanteio aos 19 minutos.

Aos 25 minutos, o Palmeiras quase marcou o segundo gol. Luan aproveitou mais um cruzamento de Marcos Assunção e chutou de primeira para boa defesa de Júlio César. (…) Aos 38 minutos, Marcos Assunção, novamente em cobrança de falta, quase marcou o segundo gol do Palmeiras. O volante chutou forte e a bola tocou no travessão de Júlio César, que ficou só olhando.

ESPN Brasil: Em clássico polêmico, Corinthians bate Palmeiras nos pênaltis e pega o Santos na final

Assim, a vaga na decisão foi decidida nos pênaltis. Kleber, Chicão, Marcos Assunção, William, Márcio Araújo, Fábio Santos, Luan, Leandro Castán, Thiago Heleno e Morais fizeram. Já nas cobranças alternadas, João Vítor bateu no canto esquerdo, e Júlio César defendeu. Na última cobrança, Luis Ramírez acertou e classificou o Corinthians.

Palmeiras 2×1 Mirassol – apesar da tensão, foi mais fácil

Tenho certeza que todo palmeirense lembrou da última Sul-Americana na hora que o Mirassol empatou no final do primeiro tempo. Ainda bem que aquela experiência traumática reforçou o emocional do elenco, que voltou a campo na segunda etapa com a mesma escalação mas com muito mais ofensividade. Enquanto o Mirassol finalizou meia dúzia de vezes, o Palmeiras conseguiu finalizar a gol quase vinte mas metade disso foram desperdiçadas pelo Luan, que estava numa péssima noite.

O adversário se mostrou faltoso como o Santo André da última quinta-feira mas com menos violência. Por outro lado, a catimba foi grande: qualquer toque contra palmeirense se transformava em urros e esperneios de dores simuladas. Com as ausências de Cicinho, Thiago Heleno e Lincoln (que entrou só nos cinco minutos finais) deu para perceber a importância dos três na escalação titular.

Três dias atrás o jornalista Paulo Vinícius Coelho criticou o excesso de gols por “bola parada” dos palmeirenses e hoje nos dois gols a bola estava rolando antes de viajar mais de vinte metros para dentro das redes. Muitos comentaristas questionaram a produtividade do Valdívia e hoje ele atuou nos dois gols, mandando um petardo no ângulo no primeiro gol e espertamente deixando a bola para o Márcio Araújo no canudo do segundo gol – e graças a este tento na rede o Felipão terá que enfiar a mão no bolso e pagar um churrasco para o elenco conforme prometido como desafio ao volante.

Essa fórmula de jogo único nas quartas de final e semifinais já era conhecida desde o começo do ano, mas com a experiência de jogo é que percebemos o risco de um time que liderou boa parte do campeonato passar sufoco contra o sétimo colocado apenas pela falta de dois ou três titulares. Endosso as palavras do comandante Felipão, “calem a boca e joguem”, mas assim que for permitido pelo Estatuto do Torcedor (em 2013) esse regulamento precisa ser alterado para uma vantagem de empate para os quatro primeiros. Foi o regulamento que deixou o time nervoso em campo e não o adversário.

Agora teremos uma semana que não vivíamos há bastante tempo, com a preparação para um Derby eliminatório de classificação para as finais. São Paulo x Santos fazem a outra chave decisiva.

UOL Esporte: Palmeiras faz 2 a 1 no Mirassol e completa quarteto de grandes na semi do Paulista

Os donos da casa encontraram espaço para atacar, principalmente pelo lado esquerdo, na velocidade de Luan. Por ali, saíram duas jogadas boas, mas faltou o arremate final. Os palmeirenses pressionaram a saída de bola, estratégia que impediu que o Mirassol chegasse ao campo de ataque com qualidade. Assim, o goleiro Deola pouco trabalhou, enquanto do outro lado Fernando Leal realizou importantes intervenções.

iG Esporte: Palmeiras vence Mirassol e vai enfrentar Corinthians na semifinal

O Palmeiras começou bem melhor que o rival e com toque de bola envolvente chegava com facilidade ao gol. Com dez minutos, Valdivia arriscou um chute da intermediária e a bola morreu no ângulo de Fernando Leal. Um golaço que fez o Pacaembu vibrar e não acreditar que poderia dar zebra.

(…) Aos 32 minutos, o técnico do Mirassol Ivan Baitello surpreendeu: sacou o meia Esley e colocou o atacante Marcelinho, formado no Corinthians. Esley deixou o gramado bravo, sentou no banco de reservas chorando, mas a substituição mudou o jogo. Marcelinho deu velocidade ao Mirassol e empatou ao jogo, em bobeada da zaga que não afastou cruzamento. O Palmeiras foi para o intervalo com um 1 a 1 perigoso.

Globoesporte.com: Palmeiras passa aperto, mas vence e agora encara o rival Corinthians

Se a frente não resolvia, o jeito era arriscar de longe. E foi o que fez Márcio Araújo, um dos “queridinhos” de Felipão no time. Aos 11 minutos, o volante viu o espaço abrir e arriscou. Fernando Leal não conseguiu alcançar. Os 2 a 1 evitavam os temidos pênaltis.

A situação palmeirense melhorou ainda mais quando Xuxa, principal homem do Mirassol, foi expulso por ter recebido o segundo amarelo. O Alviverde tinha mais espaço para avançar e dava liberdade para Valdivia emendar os seus chutes no vácuo.

Lancenet: Sai zica! Verdão leva susto, mas vence e garante ‘semifinal grande’

Com o susto do gol de empate, o Palmeiras voltou a campo mais incisivo no jogo e tentando tomar a iniciativa. O Verdão prendia mais a bola no ataque e o Mirassol praticamente não assustava. No início, houve um lance polêmico: em confusão com Serginho, o zagueiro Danilo deu um pisão no atacante do Leão, mas o árbitro não viu falta. Após o domínio, o Verdão chegou ao gol. Luan chutou em cima da zaga, e a bola sobrou para Márcio Araújo, que acertou um grande chute de longe para ampliar para o alvi-verde.

Gazeta Esportiva: Verdão elimina Mirassol e garante quarteto favorito na semifinal

A festa dos palmeirenses aumentou com a expulsão do meia Xuxa, do Mirassol, aos 13 minutos. Porém, curiosamente o Verdão relaxou e começou a dar espaços a um rival em inferioridade numérica. Preocupado, Felipão colocou Chico na vaga de Tinga. Nos minutos derradeiros, o Palmeiras tocou a bola com serenidade. Felipão conseguiu, inclusive, poupar Valdívia, que cedeu lugar a Lincoln. Nas arquibancadas, a festa só não foi completa porque Luan desperdiçou duas oportunidades claras no contra-ataque e acabou criticado pela torcida.

Ponte Preta 2×1 Palmeiras – já tinha esquecido como era perder

Foram quase dois meses e meio de invencibilidade. Após 15 jogos invicto e igualando a melhor sequência desde 1999, a derrota marcou a segunda vez no ano em que o Palmeiras sofreu dois gols e também a perda da liderança no primeiro turno do Paulista. Foram 11 vitórias e 4 empates, aproveitamento de 82.22%, 29 gols pró (1.93 por jogo) e apenas 6 gols contra (0.40 por jogo, a melhor do Paulista), 24 amarelos e apenas 1 expulsão.

Aparentemente podemos ficar sem um ou outro jogador que nosso banco de reservas cumpre bem a cobertura, mas isso deve ser usado com moderação; por escolha do Felipão jogamos sem Lincoln, Valdívia, Marcos Assunção, Marcio Araújo (que a torcida não gosta mas tem boa estatística, como o Rivaldo), Patrik e Gabriel Silva, além da substituição do Kleber por estar sendo caçado pelo adversário com conivência da arbitragem. Por isso finalizamos muito pouco, apenas duas vezes contra 12 do adversário.

A Ponte Preta não é mosca morta no campeonato: venceram o São Paulo no Morumbi por 1×0, a Portuguesa por 3×1 no Canindé, o Corinthians por 1×0 no Pacaembu e ainda buscaram um empate contra o Santos na Vila Belmiro durante o auge de rendimento dos santistas.

Pode parecer lamento de perdedor, mas garanto que não é: deixar escapar essa liderança não foi grande coisa e pode até ser melhor para nós. Não existe título de primeiro turno, a memória para esse tipo de feito é curta (alguém lembra que o Palmeiras “venceu” o primeiro turno de 2009 com quatro pontos de vantagem?) e provavelmente será menos desgastante enfrentar o Mirassol nas quartas do que a Portuguesa, já que teremos na quinta-feira um embate importante contra o Santo André pela Copa do Brasil.

Se passarmos pelo Mirassol o adversário na semi será o vencedor do confronto entre Corinthians x Oeste. Na outra chave, o vencedor de São Paulo x Portuguesa enfrenta o vencedor de Santos x Ponte Preta. O regulamento com jogos eliminatórios únicos é ruim, mas concordo com nosso comandante Felipão: “calem a boca e joguem”. O momento de reclamar era antes da aprovação do regulamento e o Estatuto do Torcedor diz que não é possível mudar formatos de disputa antes de três dois anos consecutivos.

Globoesporte.com: Ponte Preta vira, se classifica em quinto, e tira Palmeiras da liderança

O “amistoso” foi de dar sono nos primeiros 20 minutos. Muito chutão para o lado oposto, faltas duras e criatividade zero no meio-campo das duas equipes. O Palmeiras, sem um armador nato, teve de recorrer a Kleber, que a todo momento recuou para buscar a bola e tentar tabelar com os companheiros. Tinga, responsável pela ligação entre meio e ataque, errou muitos passes e foi apagado.

UOL Esporte: Palmeiras toma virada da Ponte, perde longa série invicta e vê São Paulo terminar em 1º

O ritmo morno terminou aos 20min, quando Max Santos recebeu passe de Cicinho e disparou um chute despretensioso da entrada da área. O goleiro Bruno tentou encaixar, mas a bola passou por baixo de suas pernas e atravessou a linha, configurando o primeiro gol palmeirense.

Lancenet: Ponte Preta vira contra o Palmeiras, que perde a ponta

Mas bastou cinco minutos para a falha do goleiro ficar em segundo plano. Em bola recebida no lado esquerdo do ataque, Márcio Diogo girou bem em Leandro Amaro e estufou a rede defendida por Deola, empatando a partida e dedicando o gol ao companheiro.

Gazeta Esportiva: No interior, Verdão perde liderança, invencibilidade e marca histórica

Com boa movimentação, Vinícius dava trabalho pelos lados do campo. Mas a melhor chance do início do segundo tempo partiu da Ponte Preta. Aos 11 minutos, Guilherme carimbou a trave esquerda de Deola. Três minutos depois, a Macaca voltou a assustar em uma finalização de Lucas – Deola fez importante defesa. Enquanto isso, Felipão seguia em sua postura de poupar peças importantes: Cicinho cedeu seu lugar ao jovem Luis Felipe na lateral direita.

Ao mesmo tempo em que sofria um sufoco da Ponte, o Palmeiras recebia a notícia do empate do São Paulo diante do Oeste. A liderança da classificação começava a ficar ameaçada. E o pior ocorreu: a Macaca virou aos 30 minutos com uma bomba de Renatinho, sem chances para Deola. O gol custou a ponta ao Verdão.

Palmeiras 2×0 Grêmio Prudente – continuamos no topo

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O Prudente começou ser melhor nos três minutos inicias de jogo, mas não foi eficiente. Três finalizações erradas, que não assustaram Deola. Foi o suficiente para acordar o Palmeiras. Primeiro, aos 11 minutos, Luan recebeu bola na entrada de área e chutou forte de esquerda. Márcio praticou a defesa em dois tempos.

Depois, aos 18 minutos, Adriano e Lincoln fizeram tabela dentro da área. A bola sobrou para o meia, que errou o chute e viu a bola passar perto da trave de Márcio. Um minuto depois, nova chance para o armador palmeirense, que tentou enfeitar o lance armando uma bicicleta.

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Com mais qualidade do que o adversário, o Verdão até deixava alguma espaço em sua intermediária para o rival arriscar algumas finalizações, mas criou as melhores oportunidades. Dono de constante movimentação da intermediária para a lateral esquerda, Luan achava espaço e criava problemas tanto em jogadas individuais quanto como referência.

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Mas esperar que no Canindé o gol fosse sair dos pés de um atacante ou um meia era a parte teórica mesmo. Porque na prática, no estádio da Portuguesa, virou praticamente um hábito o zagueiro Thiago Heleno deixar a sua marca. Foi assim na vitória por 3 a 0 sobre o Bragantino, há duas rodadas atrás. Foi assim nesta fria noite de sábado, contra o Grêmio Prudente. Aproveitando o bom levantamento de Marcos Assunção, o zagueiro se antecipou e fez 1 a 0 para o Palmeiras.

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No segundo tempo, o Palmeiras tentou diminuir o ritmo da partida, trocando passes com calma até que o Grêmio-SP abrisse espaço para o segundo gol. O problema, porém, era que, quando o adversário desarmava, havia um novo desajuste na marcação à frente da defesa alviverde. No grito, Felipão arrumou novamente reforçando a Tinga e até Luan que fechassem mais o meio-campo.

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O Palmeiras tratou de administrar a vantagem no marcador, reduzindo a pressão sobre o adversário. Notando a queda de produção do time no segundo tempo, a torcida alviverde gritou “Valdivia”, pedindo a entrada do meia chileno. Luiz Felipe Scolari aceitou imediatamente a solicitação vinda da arquibancada e mandou o Mago se aquecer. Valdivia entrou em campo aos 16 min do 2º tempo, substituindo Lincoln, ovacionado pelos torcedores.

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O momento era propício para a volta de Valdivia ao time, depois de quatro jogos fora. Quando o Mago se dirigiu ao banco de reservas, a torcida comemorou como se fosse um gol. Lincoln, muito aplaudido pela torcida do Palmeiras, deu lugar ao chileno. E, a partir daí, o Palmeiras se animou para marcar mais um. E foi Valdivia quem cruzou – não costuma ser a dele – para o segundo gol do Verdão, praticamente acidental. O camisa 10 levantou na área e, sozinho, o zagueirão Douglas mandou de joelho para a própria meta.

Santos 0×1 Palmeiras – ainda não somos favoritos?

Dez minutos após o início da partida o Santos já chorava por dois pênaltis inexistentes e seu xodó Neymar (com um exótico corte de cabelo estilo “vassoura”) já tinha levado um merecido amarelo por jogada antidesportiva – aliás, Neymar precisa procurar um médico para ver se sofre de Hiperalgesia, que é uma hipersensibilidade exagerada à dor, pois é impressionante que qualquer trombada natural do jogo faz com que o rapaz grite e contorça como se tivesse a perna amputada.

Nos clássicos o tal futebol circense do rival litorâneo dá lugar a pontapés e simulações de falta, e neste jogo não foi diferente. E quem diria que Keirrison nos faria gritar gol novamente? O lance do gol do Kleber nasceu numa trapalhada do K9 na intermediária, que se atrapalhou com a esfericidade da bola.

Em todas as rádios e TVs no pós-jogo foi citado que o Palmeiras “aproveitou a única chance que teve”. Foram poucas sim, mas não foi a única: e as duas bolas na trave do Assunção não foram chances? O gol milimetricamente impedido e anulado do Thiago Heleno não foi chance? Felipão declarou no pós-jogo que o resultado foi “histórico” e muito difícil para valorizar nosso feito, mas no fundo ele sabe que historicamente o modesto estádio Urbano Caldeira tem sido nossa casa de veraneio.

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A partida começou bastante movimentada. Antes dos cinco minutos iniciais, os jogadores do Santos pediram dois pênaltis para a arbitragem. No primeiro lance, Elano invadiu a área, mas se jogou após driblar o marcador. Em seguida, Danilo pegou o rebote dentro da área e chutou forte em cima do adversário, mas a bola bateu no braço do zagueiro, e os jogadores do Santos pediram pênalti.

O clima também começou quente entre os atletas. Neymar revidou uma suposta de cotovelada de Kleber e recebeu o cartão amarelo. Na sequência, o camisa 11 do Santos, que demonstrou nervosismo, deu tapa no adversário, mas o árbitro não puniu o atleta com o segundo amarelo.

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Apesar de as duas equipes buscarem o ataque em um jogo aberto, as duas melhores chances no primeiro tempo aconteceram em chutes de longe. Primeiro, o santista Elano cobrou falta e exigiu boa defesa do goleiro Deola. Mais tarde, Marcos Assunção acertou a trave em uma bomba da intermediária. Os donos da casa também quase abriram o placar em uma cabeçada do meia Paulo Henrique Ganso, que acabou errando o alvo.

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Os gols saíram pouco depois, mas não valeram. O primeiro foi do Santos, aos 15 minutos, com Danilo, que recebeu na frente e tocou na saída de Deola. Em seguida, Thiago Heleno aproveitou cobrança de falta de Assunção e, também impedido, desviou para a rede.

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O atacante alviverde batalhava sozinho. Batia, caía, levantava, insistia. Justificou o apelido de Gladiador, mas não conseguiu ameaçar a meta defendida por Rafael. Dessa forma, o jogo se tornou monótono, com muitas divididas no meio de campo e quase nenhuma chance de gol.

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Felipão também colocou João Vitor no lugar de Lincoln e o jogo ficou totalmente aberto. Ambas as equipes perderam boas chances de gol, com destaque para a bela defesa de Deola em cabeçada de Durval.

Em bela jogada individual, Patrik deixou Kleber na cara de Rafael e ele não perdoou, abrindo o placar para o Palmeiras. Logo em seguida, Martelotte ousou ao tirar o lateral Pará e colocar o meia Felipe Anderson no seu lugar. Mas a mudança não surtiu efeito e o time alviverde, menos cansado, soube segurar a vitória por 1 a 0.

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De quebra, o Verdão mateve uma escrita: não perde do rival há seis partidas, quase três anos. Foram quatro vitórias e dois empates nesta sequência.