Archive for the ‘finanças’ Category.
5 de julho de 2012, 16:26
A Kia Motors estampará sua marca “Sportage” nos ombros da camisa palmeirense nos dois jogos finais da Copa do Brasil, numa operação sem valores divulgados mas estimada entre R$ 100 mil a R$ 200 mil.
Dinheiro é sempre bem-vindo, ainda mais de um parceiro que tem sido ótimo conosco, mas não precisa colocar mais laranja na camisa, né? Também não gostei do escudo adversário na nossa camisa, preferia apenas os nomes de ambos e logo abaixo como está (campeonato, data, local). Já basta a adidas encolher o nosso escudo ano após ano, ainda vamos colocar o escudo do adversário? Mas tudo bem, é temporário, vamos guardar as cornetas nessa hora que a única coisa que importa é troféu.

29 de novembro de 2011, 20:32
O presidente do Corinthians encontrou uma forma eficaz de desviar as atenções da ausência por diarréia de tensão pré-Derby do seu atacante Adriano: deu entrevistas com indiretas ao Palmeiras.
Sobre o Palmeiras pagar bicho elevado para vitória no Derby:
Eu acho que o Palmeiras necessita de dinheiro em outros casos, mas se ele achou por bem dar o bicho, eu não tenho nada a ver com isso. Se dinheiro ganhasse jogo meu time era campeão todo ano.
O único dinheiro que o Palmeiras necessita são os R$ 34 milhões devidos pelo Corinthians no caso da contratação do Rogério.
Sobre o modelo econômico da Arena Palestra:
O Corinthians, a partir de quando tiver o estádio, quando a Fifa devolver, depois da Copa, fica com o estádio inteiro. Ao contrário do modelo do Palmeiras, que tem uma parceria com a W. Torre, que vai ficar 30 anos comandando o estádio. Sei de detalhes do Palmeiras mas não me sinto no direito de expor. O do Corinthians não. Acabou, pega a chave e é tudo nosso.
A Arena Palestra não tem nenhum segredo: o Palmeiras receberá 100% das rendas de bilheteria de futebol, mais uma porcentagem crescente nas receitas do estádio – camarotes e lanchonetes (5%+), shows e eventos diversos (20%+). Não existe aluguel de campo, somente os custos de operação no dia. Além disso, recebeu uma reconstrução moderna de quase toda a sede social, que em conjunto com o novo estádio representa um aumento considerável no valor patrimonial do clube. Esse modelo de parceria com a construtora permite que o Palmeiras pague pelo novo estádio, ao invés de ganhar um às custas dos cofres públicos como é o “modelo econômico” do Itaquerão corintiano, e que provavelmente terá a mesma decadência do Engenhão nas mãos do Botafogo.
Veja só: o cara que pensa que conhece as soluções para o Palmeiras é o mesmo que não consegue controlar seu principal atleta, que só neste ano já faltou quase 60 vezes entre treinos e sessões de fisioterapia! E a imprensa presente, cordeirinha, não questionou o dirigente sobre o “é tudo nosso” com dinheiro do povo. Ainda teve mais uma, sobre a declaração do Valdívia que vencer o Derby seria questão de honra:
“Jogador do nível dele é melhor nem responder”, afirmou Sanchez, que preferiu não externar sua opinião sobre o nível do jogador palmeirense. Em seguida, quando perguntado sobre o motivo de não comentar a declaração do chileno, o presidente corintiano foi sucinto: “Porque não”.
Há um ano e meio, quando o Palmeiras negociava o retorno do Valdívia ao clube durante a Copa do Mundo, o mesmo Andrés Sanches foi flagrado em animada conversa com o chileno e perguntando por seu procurador. Felipão mostrou muita sabedoria quando disse que não existe nada pior que ciúme de homem…
Mas tudo bem, vamos ser superiores e perdoá-lo, pois em suas próprias palavras o que mais o incomoda é o Palmeiras. Não deve ser fácil.
26 de maio de 2011, 13:07
Na abertura do Campeonato Brasileiro 2011 o Palmeiras conseguiu levar ao campo o terceiro melhor público da primeira rodada, mesmo com o nosso ticket médio altíssimo – aliás, foi esse preço alto dos ingressos que nos colocou em primeiro lugar na arrecadação da rodada, tanto na renda bruta como na líquida. Na prática o valor que entrou em nossos cofres foi um pouco maior (R$ 300.000,00) foi bem menor devido ao acordo atrapalhado com a BWA, apenas R$ 150.000,00. Ainda assim nossa arrecadação real ficou em segundo lugar.
Apenas o Grêmio chegou próximo dos valores palmeirenses. Os demais clubes estão bem abaixo, sendo que Fluminense e América-MG tiveram renda líquida negativa – ou seja, pagaram para entrar em campo.
Todos os dados abaixo foram obtidos nos boletins financeiros publicados no site da CBF pelos clubes mandantes.
| Data |
Partida |
Público |
Renda Bruta |
Renda Líquida |
Ticket |
| 21/05/2011 |
Flamengo x Avaí |
5973 |
R$ 117.380,00 |
R$ 32.442,43 |
R$ 19,65 |
| 21/05/2011 |
Ceará x Vasco |
9422 |
R$ 64.973,00 |
R$ 2.355,04 |
R$ 6,90 |
| 21/05/2011 |
Atlético-MG x Atlético-PR |
13799 |
R$ 70.385,00 |
R$ 11.089,20 |
R$ 5,10 |
| 21/05/2011 |
Santos x Internacional |
4532 |
R$ 78.170,00 |
R$ 3.748,31 |
R$ 17,25 |
| 22/05/2011 |
Palmeiras x Botafogo |
13700 |
R$ 400.178,00 |
R$ 244.484,62 |
R$ 29,21 |
| 22/05/2011 |
Grêmio x Corinthians |
19002 |
R$ 378.291,00 |
R$ 229.742,70 |
R$ 19,91 |
| 22/05/2011 |
Coritiba x Atlético-GO |
16546 |
R$ 210.880,00 |
R$ 56.022,96 |
R$ 12,75 |
| 22/05/2011 |
Figueirense x Cruzeiro |
10231 |
R$ 120.670,00 |
R$ 89.081,95 |
R$ 11,79 |
| 22/05/2011 |
Fluminense x São Paulo |
5732 |
R$ 72.660,00 |
-R$ 55.159,12 |
R$ 12,68 |
| 22/05/2011 |
América-MG x Bahia |
1253 |
R$ 21.670,00 |
-R$ 8.220,11 |
R$ 17,29 |
27 de abril de 2011, 9:30
iG Esporte: Palmeiras fecha com dois novos patrocinadores para a camisa
O Palmeiras fechou dois novos patrocínios para a sua camisa. Depois de ficar cerca de quatro meses assumindo compromissos pontuais, a equipe acertou com dois novos patrocinadores que estamparão a sua marca pelo menos até o fim do ano: Skill e BMG. A escola de inglês colocará seu logotipo na barra frontal da camisa, enquanto que o banco será o novo dono da manga. A novidade começará a valer a partir de domingo, no clássico contra o Corinthians, pela semifinal do Paulistão.
Com os dois novos parceiros, a diretoria do Palmeiras estima que o clube alcance o 2º lugar na competição entre os clubes paulistas quando o assunto é valor arrecadado com patrocínios. O Corinthians recebe cerca de R$ 50 milhões, incluindo o montante recebido com a Nike, e é o 1º. Enquanto isso, o São Paulo recebe cerca de R$ 40 milhões. O Palmeiras chegará perto dos R$ 45 milhões..
Precisamos defender nossa camisa mais uma vez! A luta contra a cor laranja do BMG será quixotesca, mas devemos exigir para que ao menos ela não esteja presente na camisa vendida nas lojas ao torcedor (da mesma forma que já acontece com a Unimed Seguros).
15 de abril de 2011, 10:30
Globoesporte.com: Parceria com hotel deve fazer Verdão economizar R$ 2 milhões em um ano
O Palmeiras fechou nesta semana uma parceria com o hotel Holiday Inn, localizado na zona norte de São Paulo, próximo ao complexo do Anhembi. Dessa forma, o clube irá economizar mais de R$ 200 mil por mês em hospedagem na capital paulista, nas concentrações que antecedem os jogos em casa. Um acordo de permuta entre as duas partes viabilizou a parceria que, em um ano, fará o Verdão ter mais de R$ 2 milhões nos cofres só nessa economia.
(…) a delegação terá direito a hospedagem em 15 quartos, número utilizado pelo técnico Luiz Felipe Scolari nas concentrações. Em troca, o hotel poderá estampar sua marca em placas de publicidade espalhadas pela Academia de Futebol, o centro de treinamento do clube. (…) Em um futuro próximo, o Palmeiras pretende fazer promoções com torcedores de fora da cidade, para que eles se hospedem no hotel e assistam aos jogos em São Paulo.
5 de abril de 2011, 12:41
Do arauto das más notícias, Ricardo Perrone: Palmeiras negocia troca de dívida por patrocínio.
O BMG negocia com o Palmeiras para estampar sua marca nas mangas da camisa do clube. O time estuda ceder o espaço para quitar parte de sua dívida com a instituição. A antiga diretoria fez dois empréstimos no banco. Um de R$ 5 milhões e outro de aproximadamente R$ 25 milhões.
Uma das possibilidades é o BMG patrocinar a equipe até dezembro deste ano. Em troca, abateria R$ 4 milhões do empréstimo menor. Outra alternativa seria um patrocínio até dezembro de 2012. Nesse caso, além de quitar totalmente o débito de R$ 5 milhões, o Palmeiras pagaria parte da dívida maior.
Parece que estamos no caminho de resolver um problema financeiro, mas ao mesmo tempo criando outro que precisa ser bem administrado. O Banco BMG está presente em doze camisas da Série A e sempre com o seu logotipo na cor laranja, que parece deslocada em relação às cores dos clubes. Em poucas ocasiões apresentou uma cor diferente mas nenhuma destas está em uso atualmente.
Temos um bom histórico recente nessas situações envolvendo nossas cores com as dos patrocinadores. Em 2008 nós reclamamos e a Suvinil mudou suas cores nas nossas mangas, um multicolorido que por anos esteve presente na camisa do rival Corinthians sem alterações. Depois disso tivemos no ano passado outra ocorrência similar, pedimos e fomos atendidos novamente: a Unimed Seguros removeu o box azul do seu logotipo em nossa camisa. No último clássico contra o Santos, a escola de idiomas Fisk esteve presente nos dois uniformes; enquanto no Palmeiras estava na cor branca e muito bem alinhada no conjunto, no Santos eles usaram a sua cor oficial, vermelha, que nunca teve nenhuma relação com as cores do rival.
Se o acerto for confirmado será bem provável que o laranja do BMG aparecerá em nosso uniforme. Temos a obrigação de solicitar pela mudança, que dessa vez pode ser um pouco mais difícil de conquistar pela quantidade de clubes que eles já impõem o uso dessa cor e que certamente solicitariam pelo mesmo privilégio. Espero que a diretoria esteja atenta a este fato e pelo menos mantenha as camisas à venda para os torcedores sem a estampa nas mangas como acontece hoje, senão teremos uma substancial queda nas vendas – entre 2009 e 2010 a nossa camisa foi a quinta mais vendida do mundo no ranking da Adidas, atrás apenas de Real Madrid, Milan, Chelsea e Bayern München. Até relevo a presença do laranja no uniforme de treino, mas o uniforme de jogo deve ser preservado com todas as nossas forças.
1 de abril de 2011, 20:29
Globoesporte.com: Octacampeões, Peixe e Verdão terão camisas especiais no clássico
Santos e Palmeiras usarão no clássico do próximo domingo camisas com detalhes especiais para comemorar a homologação dos títulos nacionais antes do Campeonato Brasileiro, que começou a ser disputado em 1971.
Como o jogo de domingo, às 16h (horário de Brasília), pela 17ª rodada do Paulistão, é o primeiro encontro entre os dois times após a unificação, as duas diretorias combinaram a homenagem. As camisas dos dois times apresentarão um selo comemorativo em uma das mangas, com estrelas douradas e os anos dos títulos: o Peixe, em 1961, 62, 63, 64, 65, 68, 2002 e 2004; o Palmeiras, em 1960, 1967 (2), 1968, 1972, 1973, 1993 e 1994.
iG Esporte: Palmeiras fecha dois patrocínios para jogo contra o Santos
A manga do uniforme terá o logotipo da escola de inglês Fisk e a barra terá a marca da Recoma, uma empresa de implantação de pisos e estruturas esportivas. A ação já é quase que uma tradição quando o Palmeiras tem um jogo transmitido em rede aberta. Os valores não foram revelados, mas giram em torno de R$ 250 mil a R$ 300 mil cada um.
O time pretende ganhar R$ 8 milhões anuais com a manga e outros R$ 5 milhões com a barra da camisa.
A Fisk já fez outros patrocínios ocasionais conosco antes, e a Recoma foi a responsável pelas novas quadras de tênis e pela quadra poliesportiva temporária da nossa sede social, em dois trabalhos onde vi de perto que foram muitíssimo bem executados.
Tenho notado que o Palmeiras faz em média duas destas ações pontuais por mês. Se os valores citados estiverem corretos, nesse ritmo a receita anual das mangas fica entre R$ 6 milhões a R$ 7,2 milhões anuais, bem próximo da expectativa pelo anunciante fixo. O assessor de imprensa do Palmeiras Fabio Finelli publicou no seu twitter a foto da camisa, onde podemos ver a homenagem ao octocampeonato na barra frontal.

1 de abril de 2011, 1:20
Globoesporte.com: De renegado a valorizado: Lincoln se acerta com diretoria do Palmeiras. Na minha opinião foi uma decisão acertada da diretoria. Gosto do futebol do Lincoln e já havia questionado antes aqui no Campeoníssimo a sua ausência.
O meia Lincoln foi titular nos últimos três jogos do Palmeiras pelo Campeonato Paulista e voltou a ganhar a confiança do técnico Luiz Felipe Scolari. Fora de campo, a diretoria do clube já o procurou nesta semana para um acerto em relação à uma dívida herdada da época em que ele deixou o Galatasaray-TUR. Foi o primeiro contato entre o jogador e o presidente Arnaldo Tirone, que assumiu o comando do Palmeiras há menos de três meses. As duas partes se acertaram e o meia deve cumprir seu contrato, que vai até o início de 2012.
O acerto com o Lincoln foi a martelada no prego, mas a demora absurda para terem um primeiro contato com o atleta foi a martelada na ferradura. Se a diretoria preza tanto pelo saneamento financeiro e o atleta estava afastado para negociação com o objetivo de enxugar a folha de pagamento, o mínimo que se esperava era que essa decisão tivesse sido informada pessoalmente logo que ele deixou de ser relacionado nas partidas. Não adianta passar o recado através do Felipão ou do coordenador técnico Galeano, do gerente Sérgio do Prado ou qualquer outro funcionário: se quem negocia e contrata é o presidente e/ou o diretor de futebol, estes é que devem ser os responsáveis pelo anúncio de rompimento.
- Nunca tive qualquer tipo de problema com a diretoria do Palmeiras, nem agora, nem com a anterior. Nunca tinha visto o Frizzo (Roberto, vice-presidente) e o Tirone. Achei legal da parte deles ter essa conversa, ouvir de mim que quero ficar no Palmeiras e cumprir meu contrato – afirmou o meia. A diretoria confirmou a reunião com o atleta e se mostrou otimista com a postura de Lincoln. Roberto Frizzo reconheceu que a dívida ainda existe, mas já teve seu pagamento acertado.
Que fique claro que o reconhecimento da dívida não pode ter nenhuma relação com a permanência do Lincoln; mesmo que se optasse pela saída do jogador a dívida deveria ser paga, independente se o acerto e valores combinados entre o jogador e a gestão anterior são do gosto da gestão atual.
O jogador comemora e, de cabeça mais tranquila, prefere não tocar mais no assunto.- Conversei com o Tirone e o Frizzo. São pessoas que estão pensando no bem do Palmeiras. Em relação à minha questão financeira, não há nenhum, nenhum problema. Mas isso é assunto interno entre mim e o clube – disse Lincoln.
Espero que este assunto esteja definitivamente encerrado e o Lincoln não só possa ter uma boa sequência na temporada, como também apresente boas atuações para providenciarmos sua renovação por pelo menos mais um ano.
23 de março de 2011, 20:27
Como sempre se especula que o Palmeiras não tem valores a receber dos direitos de TV pelos próximos N anos por já tê-los recebidos para pagar dívidas, há uma entrelinha numa notícia de hoje onde o Clube dos 13 esclarece isso de uma vez. A nota se refere a quem deve empréstimos captados ao Clube dos 13 e por isso está obrigado a aceitar o acordo dos direitos de TV negociados pela entidade.
Os únicos clubes que não estão incluídos no acordo são Corinthians, Fluminense, Palmeiras, Santos e Goiás. Os demais, ou assinaram por vontade própria ou compulsoriamente, já que o Clube dos 13 diz ter direito de assinar pelos times endividados.
Segundo Athaíde Gil Guerreiro, São Paulo, Atlético-PR, Atlético-MG, Portuguesa, Internacional, Guarani e Bahia, todos aliados de Koff, o fizeram por conta própria. Já Flamengo, Botafogo, Vasco, Grêmio, Cruzeiro, Coritiba, Sport e Vitória entram na lista por conta do débito financeiro.
Em muitos noticiários há referências ao Palmeiras ter adiantado as cotas de TV do Campeonato Paulista, mas a operação não foi de débito com a federação estadual, e sim de ter uso das cotas futuras como garantia para um empréstimo bancário realizado, o que é bem diferente de “adiantar cotas de tv”.
22 de março de 2011, 15:56
iG Esporte: Sem casa, Palmeiras manda jogo em dois estádios na mesma semana
Sem poder contar com sua casa própria, o time já testou vários lugares e, nesta semana, mesmo com o mando de campo, jogará duas vezes em lugares diferentes. Primeiro, na quarta-feira, enfrenta o Linense na Arena Barueri. Depois, no sábado, joga contra o Bragantino no Canindé.
Por mais de três décadas o Palmeiras mandou todos os clássicos e jogos decisivos no Morumbi a preços exorbitantes (em 2008 era cobrado o maior valor entre R$ 70 mil e 12% a 15% da renda). Foi graças a esse erro que o rival conseguiu sua estabilização financeira e o Pacaembu se tornou deficitário, e o maior absurdo é que toda a crítica esportiva considerava isso natural.
Para mim era essa a situação em que melhor nos encaixava a expressão “sem casa”: mesmo tendo um estádio apto para jogos o consenso entre dirigentes, federações e imprensa era que o Palestra Itália não era uma praça esportiva adequada para um Clássico da Saudade num Paulistão dos anos 1980, mas sabe-se lá por quê serviu numa final de Libertadores em 1999.
Minha preferência permanece sendo o Pacaembu. No Canindé sempre teremos o problema do planejamento da tabela de jogos com a Portuguesa, o que não acontece com o Corinthians ou Santos no Pacaembu. A Arena Barueri parece ser a melhor economicamente mas apresenta claros prejuízos ao torcedor, então só deveria ser usada em último caso.
A propósito, no boletim financeiro contra o São Bernardo há um custo de R$ 24.317,64 respectivos ao aluguel de campo no Canindé, o que é bem próximo do aluguel do Pacaembu para um público e horário equivalentes. Não pude fazer um levantamento mais apurado porque os boletins não possuem padronização nos nomes das contas, então não dá para saber se “bilheteiros” e “funcionários” são a mesma coisa, nem se a “segurança” (que não aparece em todos os boletins) seja ocasionalmente incluída nas “despesas diversas”. De qualquer forma, me parece que a economia de jogar fora do Pacaembu não é tão relevante.