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Vencemos mais uma batalha contra a eleição de novos conselheiros vitalícios

Nesta noite de segunda feira (26/03) o Conselho Deliberativo do Palmeiras reuniu-se para duas ordens do dia. A primeira foi a avaliação de uma sindicância, mas ficou decidido que uma nova assembléia extraordinária específica para este debate seria feita daqui 30 dias.

A segunda ordem do dia foi a votação para as cadeiras vitalícias do Conselho que atualmente estão vagas. Como 248 conselheiros assinaram a lista de presença desta assembléia, então o status vitalício seria alcançado apenas pelos candidatos que obtivessem 125 votos (ou seja, 50% dos presentes e mais 1 voto, conforme as regras do Estatuto). Como nenhum candidato alcançou este número, as cadeiras vitalícias permanecerão vagas. Veja abaixo a relação de 18 conselheiros quadrienais que nesta noite eram candidatos a 14 vagas vitalícias:

  1. Renato Casanova (120 votos)
  2. Ricardo José Arcediacono (120 votos)
  3. Darcy Costabile Italo Durazzo (116 votos)
  4. Eduardo Oliva Pereira de Mello (116 votos)
  5. Caetano Fortino Neto (113 votos)
  6. Mário Quaranta Filho (109 votos)
  7. Marcelo Della Monica (107 votos)
  8. Nicolino Le Grazie (98 votos)
  9. Rubens Reis de Souza Junior (97 votos)
  10. Sérgio Ferreira de Campos (96 votos)
  11. Aguinaldo Tadeu Machiavelli (94 votos)
  12. Sérgio Luciano Spina Pellegrini (91 votos)
  13. Vittorio Egisto Alessandro Pescosolido (88 votos)
  14. Julio Matrone (87 votos)
  15. Ulisses de Souza Felicônio (81 votos)
  16. Miguel Sanfilippo (74 votos)
  17. Nelson Moyses Giurano (67 votos – faltou a mais de três assembléias sem justificativa e por isso deveria ser jubilado, mas mesmo assim o Presidente do Conselho sr. José Angelo Vergamini e o Diretor Jurídico Piraci de Oliveira permitiram a candidatura)
  18. Marco Polo Del Nero Filho (retirou a candidatura minutos antes da votação)

Quatro observações importantes que não podem ser ignoradas:

Agradeço aos conselheiros Luiz Mousinho, Alexandre Zanotta e Tarso Gouveia, que publicaram na rede boa parte das informações compiladas acima; e também a todos os demais conselheiros que são contra a vitaliciedade e protestaram com o estatuto embaixo do braço, ou seja, votaram em branco. Editado em 27.03.2012: inclusão da contagem de votos de todos os candidatos).

Mil dias para o centenário

Na quarta-feira passada ocorreu uma data curiosa que quase não foi notada (provavelmente pela expectativa do Derby): faltam pouco menos de 1000 dias para o centenário do Palmeiras. Fiz algumas contas e descobri também que faltam mais ou menos 500 dias para a inauguração da Arena, prevista para meados de Abril/2013. O marketing palmeirense deixou essa passar em branco, da mesma forma que também ignorou a partida 5000 na nossa história, ocorrida em 2005.

Mas muito mais importante que a quantidade de dias é a quantidade de presidentes até o centenário: apenas um ou dois! A reeleição de Arnaldo Tirone o manteria no cargo neste momento histórico, e atualmente os grupos de oposição ainda discutem qual nome de consenso teria condições de se eleger e também de cumprir o mandato com a honra e qualificação que o Palmeiras demanda.

Manifestação de hoje pelas eleições diretas

Hoje aconteceu na sede social do Palmeiras uma manifestação pelas eleições diretas, realizada por sócios que fazem parte dos grupos de oposição e mais notadamente por integrantes do Fanfulla.

A manifestação foi organizada nesta semana e aparentemente a informação vazou, pois os principais representantes desta desastrosa gestão – Mustafá, Gilto, Piraci, Frizzo, Tirone – não estavam presentes nas alamedas, como geralmente é costume deles nas manhãs de sábado.

De qualquer forma o manifesto foi muito válido e representou mais um importante passo na luta pelas eleições diretas. Além da pressão em cima de alguns mustafistas (um pegou o celular imediatamente e ligou sabe-se lá pra quem), as faixas circularam pela área social do clube, incluindo o parquinho infantil e as piscinas. Apesar de boa parte dos associados não estarem muito por dentro da política, a mensagem foi compreendida e o manifesto pacífico foi recebido com aplausos por onde passou. Próximo às piscinas, o hino do Palmeiras foi cantado pelos presentes.

Tudo isso foi acompanhado muito de perto pelos seguranças do clube, que queriam enrolar as faixas e dispersar o pessoal. Atitude compreensível por ser o trabalho deles, mas foi possível completar a missão sem grandes desentendimentos. A unica preocupação é que dois conselheiros do bem tiveram seus nomes anotados pelos seguranças, é bom a diretoria pensar cinco vezes antes de tentar fazer repressão a protestos pacíficos. A luta pelas eleições diretas não vai parar!

Segue abaixo a foto das faixas, que tirei logo no início do manifesto e publiquei na hora no Twitter @campeonissimo.

Palmeiras 1×1 Bahia – um único lance representou nossos últimos 35 anos

Por volta dos 19 minutos do segundo tempo o camisa 22 do adversário (Titi) fez falta dura no Valdívia na entrada da área digna de advertência (seria expulso pelo 2º amarelo), mas o árbitro mostrou o amarelo apenas para o Valdívia por reclamação. A barreira adversária andou em direção à bola reduzindo o espaço regulamentar para a cobrança e o árbitro deixou acontecer sem advertências. Na continuação do lance após a cobrança um adversário atropelou um palmeirense, também na entrada da área, e o árbitro mandou seguir o jogo em um contra-ataque do Bahia. Segundos depois o adversário se aproximou da nossa intermediária e em um lance normal de jogo o árbitro apitou falta contra o Palmeiras. Na cobrança dessa falta o camisa 22 adversário – atenção, o mesmo que deveria ter sido expulso um minuto antes – cabeceou impedido e marcou o gol contra o Palmeiras, validado incorretamente pelo árbitro. Aliás, eram dois adversários impedidos neste lance.

Esse pequeno momento de 2 ou 3 minutos neste jogo exemplificou com clareza como o Palmeiras tem sido desrespeitado, insultado e maltratado nos últimos 35 anos por árbitros, adversários e federações – isso tudo sem contar o (por falta de melhor expressão) fogo-amigo disparado dentro das alamedas do Palestra, onde alguns poucos de sobrenomes conhecidos alimentam suas vaidades às custas das emoções de milhões.

Assim que o árbitro apitou o final do assalto, alguma torcida organizada gritou “time sem-vergonha” como mostra de sua indignação pelo resultado. Oras, até jogamos bem dentro das nossas atuais limitações de elenco: 55% de posse de bola, 23 finalizações (12 certas), duas bolas na trave ainda no primeiro tempo. Se não vencemos, foi pela dificuldade dos nossos 11 atletas conseguirem melhor sorte em frente a 14 adversários.

Frases “fortes” gritadas da arquibancada são somente palavras ao vento. Os organizados deveriam expressar sua indignação se associando ao clube, arrecadando correligionários e votos para os conselheiros merecedores desta distinção (sim, existem!), combatendo as ratazanas nas alamedas que agem contra o clube com suas fofocas para a crônica esportiva e diversas outras violações do artigo 33 do Estatuto.

A cada ponto roubado de nós como nesta noite eu gosto mais do Palmeiras e menos de futebol, por mais contraditório que seja.

UOL Esporte: Palmeiras cede empate, prolonga má fase e ouve gritos de ‘time sem vergonha’

Logo no início do jogo, o Palmeiras perdeu seu homem centralizado quando Dinei caiu com dores na coxa direita. Maikon Leite entrou bem, mostrando que banco de reservas pode ser eficiente. Em poucos minutos, o atacante criou duas chances consistentes e mais uma vez o time de Felipão sofria por criar muito e não conseguir concluir.

Gazeta Esportiva: Vaiado, Palmeiras cede empate ao Bahia e aumenta jejum no Brasileiro

O ex-santista entrou bem e foi o responsável pela primeira boa jogada do Verdão, quando recebeu na meia-lua, girou e arrematou rasteiro, carimbando a trave dos visitantes. Pouco depois, o time mandante ameaçou novamente. Valdivia dominou pela esquerda e fez bom passe em profundidade para Luan, que cruzou. Kleber apareceu na pequena área e não alcançou, mas Maikon Leite se esforçou na segunda trave para finalizar, exigindo boa defesa de Marcelo Lomba.

Lancenet: Crise sem fim! Verdão sai na frente, mas empata com o Bahia

É bem verdade que o primeiro tempo do Palmeiras começou devagar… Quando engrenou, no entanto, o Verdão criou boas chances e o empate sem gols até o intervalo foi injusto. Luan cruzou pela esquerda a bola atravessou a área baiana. Kleber e Marcelo Lomba viram passar e ela sobrou para Maikon Leite chutar. O goleiro do Bahia voltou a tempo e, com o pé, tirou em cima da linha! Aos 43 minutos, Kleber chutou de fora da área, a bola pegou efeito e, mais uma vez, carimbou a trave do Bahia. Nos rápidos contra-ataques orquestrados por Carlos Alberto e finalizados por Jobson, o time visitante até chegou, mas não soube ser incisivo o bastante e as chances reais foram poucas.

iG Esporte: Palmeiras comete erros de sempre e fica no empate com o Bahia

No 2º tempo, os times voltaram sem alterações e a tônica do jogo foi a mesma. O Palmeiras era bem melhor que o Bahia e precisava acertar o pé para conseguir abrir o placar. Aos 9 minutos, Cicinho fez boa jogada pela direita, cruzou e, finalmente, alguém acertou o chute. Valdivia desviou a bola quase na entrada da pequena área e abriu o placar.

Globoesporte.com: Palmeiras pressiona, mas para nas mãos de Lomba e empata com Bahia

Era o gol para tirar o peso, a fase ruim do ataque palmeirense, que só havia feito um golzinho nos últimos quatro jogos. A torcida se empolgou e empurrou o time. A partida estava sob controle. Mas aí a bola aérea voltou a assombrar aos 22 minutos, quando o Verdão tinha o domínio das ações. Em posição de impedimento, Titi se antecipou ao goleiro Marcos e completou cobrança de falta da entrada da área, fazendo 1 a 1. A arbitragem validou o gol. Felipão se irritou com mais uma falha na bola aérea e imediatamente sacou Márcio Araújo para colocar Chico, jogador mais alto. Não adiantou. O Palmeiras perdeu o controle emocional depois do gol e deixou o Bahia tomar conta do jogo.

ESPN Brasil: Palmeiras cede empate ao Bahia e completa o quinto jogo seguido sem vencer

O Palmeiras, então, se lançou no desespero ao ataque, mas não conseguiu evitar o empate. O goleiro Marcelo Lomba fez grande defesa em chute de Maikon Leite.

Testando os limites da paciência

Precisei de uma semana para poder refletir com calma aquela entrevista vexaminosa do presidente Tirone. Apesar de conter algumas verdades, nada daquilo jamais poderia sair das alamedas do Palestra.

Tinha tudo para ser um final de semana perfeito. Um rival com fama de bom-moço sendo eliminado da Copa do Brasil por um time modesto e borrando o batom em público pela primeira vez em anos, com jogador medalhão e técnico batendo boca nos microfones. Melhor ainda, com os diretores que se consideram fidalgos tendo que voltar atrás na demissão do técnico por falta de opções no mercado. Além disso, teve o sofrimento do outro rival que diz gostar de sofrer. Foram para a final do Paulista sem merecimento, dada a nossa superioridade nos 90 minutos da semifinal com um homem a menos, para depois se mostrarem apáticos nos dois jogos decisivos e entregarem o título para o nosso rival litorâneo café-com-leite.

Com o Palmeiras fora de campo, deveríamos falar apenas da construção da Arena Palestra, de volta a todo vapor. Mas não; ao invés disso, o presidente Tirone tem um surto inexplicável e desqualifica nosso terceiro patrimônio – elenco e comissão técnica. Como se não bastasse já ter desqualificado nosso segundo patrimônio – o estádio – criando confusão desnecessária com a construtora que deveria ser considerada parceira e não inimiga e, para piorar, ofendendo nosso primeiro patrimônio – nossa torcida – ao embarreirar as obras por causa de um camarote e 15 vagas de estacionamento (“curiosamente”, a mesma quantidade de membros do COF).

Muitos palmeirenses começaram a defender a idéia do impeachment já na madrugada de sábado, quando a tal entrevista começava a ser repercutida nas redes sociais. Eu achei um pouco drástico, apesar da entrevista ter apresentado pelo menos umas quatro violações do Estatuto passíveis de punição, e o final de semana passado foi de intenso debate com outros envolvidos na política palestrina.

Precisamos escolher nossas batalhas corretamente pois é improvável vencê-las todas. O desgaste de um processo desses tem dois efeitos colaterais graves: primeiro, que não temos hoje um nome de consenso da oposição para ser indicado a candidato à presidência, e ainda que tivesse e vencesse ele teria que governar com a maioria ao seu redor como oposição (três vices, quase todo o COF, o presidente do Conselho e uma boa parte dos conselheiros); o mais provável é que o novo presidente seria um marionete de certos membros do COF que seria manipulado com muito mais vigor e repressão à oposição. E segundo, poderia prejudicar o esforço maior no momento que é pelas eleições diretas, que está sendo conduzido por alguns conselheiros e associados com bastante dedicação e nos trará um retorno muito mais duradouro.

Isso não significa de forma alguma que o episódio será esquecido. Aliás, o presidente Tirone ainda tem muito mais coisas para explicar, pois em quatro meses de sua gestão aconteceram:

- cancelamento das obras do CT de São Roque, que seria financiado pela Lei de Incentivo ao Esporte;
- cancelamento do programa sócio-torcedor Avanti, que apesar de não ter atingido nem de perto os números esperados gerava em torno de R$ 2 milhões anuais só de mensalidades;
- cancelamento da empresa de auditoria da obra da Arena, sem reposição de executantes para essa tarefa;
- interrupção das obras da Arena por capricho de integrantes do COF, mais preocupados com suas mordomias pessoais de camarotes e vagas no estacionamento do que com o progresso da nossa Sociedade Esportiva;
- cancelamento da parceria com o Ceten.

É possível que existam bons motivos que justifiquem cada ação, mas nada foi explicado e sugestiona-se que o movimento seja apenas eliminar tudo o que foi deixado pela gestão Belluzzo. Mas uma coisa eles não vão poder eliminar e terão que ver todos os dias de suas vidas: a Arena Palestra.

Curiosamente, nosso comandante Felipão disse numa coletiva seu ponto de vista que deveria ter sido ouvido pelo presidente Tirone uma semana antes, quem sabe tivesse evitado aquela entrevista desastrosa.

O palmeirense precisa ter orgulho de ser palmeirense pelo o que conquistou e o que pode conquistar no futuro. Uma ou outra vez não vai atingir o objetivo, mas não adianta ver as coisas só pelo lado negativo. Se for assim, é melhor nem participar. É isso o que eu quero ver. Quero ver a torcida participando. Isso é um pensamento meu e espero que a torcida entenda e também pense dessa forma.”

Coritiba 6×0 Palmeiras – da euforia à depressão em 10 dias

Parafraseando Euclides da Cunha em seu livro Os Sertões, “o palmeirense é, antes de tudo, um forte”. Não é para qualquer um, as provações da fé são exigidas jogo após jogo. Completamente irreconhecível em campo, a sova foi daquelas que só levávamos com os elencos contratados pelo Mustafá Contursi. Era a nossa camisa de quase 100 anos em campo, eram os nomes que estamos acostumados a gritar lá da arquibancada, mas não era nem de perto o mesmo desempenho de quatro dias atrás na semifinal do Paulista.

Mais uma vez, repetimos nossa sina de eliminações para times pequenos. O adversário, por mais que seja o atual campeão paranaense, não passava de um catado de refugos num esquema bem arrumadinho e jogando com boa vontade – a mesma boa vontade que faltou no Palmeiras nesta noite.

Lamentei o 1×0 por ser mais um gol daquele mesmo jeito de sempre, com o adversário cabeceando quase sem tirar o pé do chão. Enquanto estava 2×0 eu ainda contava com um gol solitário para facilitar um pouco a missão no segundo jogo. No 3×0 ainda fui convencido por alguns amigos que no segundo tempo a atitude em campo iria mudar. No 4×0 eu passei a olhar só para o relógio e torcer pelo apito final. No 5×0 pensei que a defesa parou esperando que EU saísse de casa e fosse lá em Curitiba tirar a bola do adversário. Esqueci o que pensei no 6×0 e nos dez minutos seguintes.

Foram dez gols sofridos em 21 rodadas do Paulista; em uma única noite aumentamos essa marca em dolorosos 60%. Só tivemos uma expulsão em 25 partidas de 2011 e de repente tivemos duas em dois jogos seguidos. Neste ano só sofremos dois gols na mesma partida em duas oportunidades, e nas únicas duas derrotas foi por apenas um gol de diferença; nem sei como comparar com o placar de hoje.

Eu fui contra a entrada do Marcos só para defender os pênaltis no Derby 337, e também fui contra seu retorno para esse jogo. Seria bem melhor colocá-lo em alguns jogos mais fáceis do Brasileiro como mandante do que em um mata-mata como visitante. Não que ele tenha sozinho culpa direta pelos gols, mas como sempre botou gasolina na fogueira em suas perigosas entrevistas no gramado.

Também sou contra fritar o Felipão por esse resultado, mas pode ter certeza que isso vai acontecer por pressão de alguns conselheiros membros do COF e aliados de Mustafá Contursi. Por outro lado, gostaria de saber o motivo do nosso comandante pedir tanto por um camisa 9 e deixá-lo no banco – acredito que tenha algum motivo tático de marcação, mas se a tática é mais importante que o atacante atuando então toda a gritaria por sua contratação só gerou polêmicas desnecessárias.

Amanhã eu não terei vergonha de ser palmeirense por este resultado, como nunca tive na vida por nenhuma situação de campo. O que me dá vergonha, de verdade, é de ter um presidente que se esconde atrás de alguns conselheiros parvos, que o tratam como marionete e emperram a reconstrução do nosso estádio e sede social. Que articulam em jantares e churrascos não tão secretos como agir para derrubar o Frizzo, o Felipão, a WTorre. A nossa força de resistência é grande e está calcada na alma da nossa torcida, em alguns dos nossos mais honrados conselheiros e na decisão soberana da Assembléia Geral de Sócios.

Para o segundo jogo no Pacaembu prevejo público de até 4 mil abnegados e me iludo com a possibilidade de uma vitória inútil de 2×0.

Globoesporte.com: Massacre coxa-branca: Coritiba goleia Palmeiras e fica perto da semi

UOL Esporte: Coritiba atropela o Palmeiras com direito a ‘dancinha’ e põe um pé na semifinal

iG Esporte: Coritiba impõe grande humilhação ao Palmeiras no Couto Pereira

Lancenet: Histórico! Coxa faz 6 a 0 no Palmeiras e dá grande passo para as semis

ESPN Brasil: Coritiba massacra o Palmeiras, chega à 24ª vitória seguida e afunda o adversário

Gazeta Esportiva: Verdão sofre pior derrota de 2011 e se complica: 6 a 0 Coxa

Sócios reafirmam apoio à Arena

Informe publicado no jornal Lance em 01/05/2011 e assinado pela Sociedade dos Eternos Palestrinos, grupo que reúne quantidade significativa de sócios remidos do Palmeiras.

A Sociedade dos Eternos Palestrinos expressa seu total apoio à construção da Arena Palmeiras, refutando veementemente todos os atos contrários à sua concretização.

Os associados do Palmeiras, por ampla maioria, deral aval à construção, sendo que o Conselho Deliberativo aprovou o contrato.

Temos certeza que a Diretoria Executiva, na pessoa do Presidente Arnaldo Tirone e dos Vices-Presidentes, reafirmará, neste episódio, a firme e correta atuação demonstrada nestes quatro meses de gestão, mantendo os compromissos já aprovados e assumidos. A Sociedade dos Eternos Palestrinos dará total apoio a esta e às demais iniciativas em prol da modernização e da profissionalização do Clube.

A Arena é um sonho de todo palmeirense e vozes isoladas não terão força suficiente para silenciar estes milhões de torcedores.

Eternos Palestrinos
Diretoria Executiva

Registro de pesar

Nos últimos dias ocorreram os falecimentos de três conselheiros vitalícios do Palmeiras: Carlos Alberto Teixeira Battaglini, Luiz Domingos Giannoni e José Roberto de Pierri. Este último era também membro do COF, por isso sua cadeira no órgão será preenchida pelo suplente Relmivi Ephisio Libutti.

O Campeoníssimo deseja paz e conforto às suas famílias.

Painel FC repete fofocas sem fundamento

Painel FC da Folha de S.Paulo, 20/03/2011:

Fogo amigo. Causa revolta entre conselheiros da situação a possível contratação de Pedro Renzo como advogado do Palmeiras. Reclamam que ele atuou na gestão passada e que seria antiético, pois ele é sócio do clube.

Registre-se que não há absolutamente nada de antiético pois o Estatuto prevê situações como esta no Capítulo 2, artigo 22:

O associado que prestar serviço remunerado à SEP, ficará com os direitos de associado suspensos enquanto subsistir a relação comercial ou empregatícia. Referida suspensão não atingirá os dependentes, desde que, as contribuições, mensalidades, taxas e/ou débitos, consoante as normas e prazos estabelecidos pela Diretoria Executiva, continuem sendo pagas.

Painel FC da Folha de S.Paulo, 26/03/2011:

Alvo. O diretor jurídico palmeirense, Pedro Remzo (sic), é alvo de conselheiros que apoiaram Tirone. Questionam como pode integrar a atual diretoria, já que fez parte da gestões (sic) anteriores.

Ou seja, não era uma contratação como indicava a primeira nota, e sim uma nomeação do presidente. E se ele fez parte das gestões passadas – no plural – significa que ele também esteve nas gestões do Della Monica e/ou do Mustafá Contursi, que apoiam a atual situação.

Resumindo: pela repetição da fofoquinha em menos de uma semana, parece ser notinha plantada por algum conselheiro amargo que desejava a nomeação ou que não possui simpatia com o Renzo. Ainda que não sejam plantadas, foram no mínimo mal apuradas.

Situação mantém Presidência do Conselho

Agência Palmeiras: José Angelo Vergamini é reeleito para a presidência do Conselho Deliberativo

Compareceram à votação 235 conselheiros. José Angelo Vergamini, com 115 votos, foi reeleito para o cargo de presidente do Conselho, contra 112 votos obtidos pelo seu concorrente, Décio Perin. Houve ainda 8 votos em branco.

Para a vice-presidência, Antonio Jesse Ribeiro, com 112 votos, foi o candidato eleito para o cargo. Antonio Carlos Corcione obteve 70 votos e Pasquale Bruno 39 votos. Houve ainda 14 votos em branco.

Pouco antes da eleição ocorreu a posse dos 76 conselheiros eleitos recentemente, inclusos os cinco membros do movimento Fanfulla que se juntaram aos três que estão no meio do mandato.

Em pouco mais de dois meses tivemos cinco eleições: Presidente e vices, conselheiros membros do COF, conselheiros vitalícios, conselheiros estatutários, e Presidente e vice do Conselho Deliberativo.

Para a Gazeta Esportiva isso foi um constante e desgastante processo eleitoral; para o Palmeiras foi apenas o exercício livre da democracia.